Brasileirão Série B

Operário vence o Coritiba no Estádio Germano Krüger

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Foi o 16º gol do atacante em 40 jogos disputados com a camisa alvinegra

Mantendo o tabu de 10 anos sem perder para o Coritiba no Estádio Germano Krüger, o Operário Ferroviário venceu por 1 a 0, na noite deste domingo (25), com gol de Ricardo Bueno. Com o resultado, o Alvinegro chega aos 21 pontos, na 9ª posição, com seis vitórias, três empates e quatro derrotas.

O jogo
A primeira oportunidade da partida foi aos nove minutos, em chute de fora da área de Leandro Vilela, a bola vai em direção ao gol e Wilson espalma, mandando para escanteio. O jogo se caracteriza com melhores criações de jogadas do Operário, buscando o ataque e com maior número de posse de bola, até os 30 minutos. No minuto seguinte, aos 31, o adversário chega com perigo pela primeira vez. Após cruzamento de Guilherme Biro, a bola encontra na cabeça de Waguinho, o atacante visitante cabeceia no centro do gol e Simão defende, com tranquilidade.

O lance decisivo do confronto foi aos 35 minutos. Fábio Alemão, do campo defensivo, lança a bola em direção do ataque, Ricardo Bueno domina na intermediária, avança sozinho, entra dentro da área e bate cruzado, no canto direito do goleiro Wilson, abrindo o placar em Vila Oficinas. Com o marcador favorável, a equipe comandada por Matheus Costa administra os minutos finais da primeira etapa e desce com vantagem para o intervalo.

No segundo-tempo, o adversário da noite muda a postura e atua com maior posse da bola no campo ofensivo. Mas, a primeira oportunidade efetiva foi do Alvinegro. Aos 16 minutos, após cobrança de escanteio, a bola viaja em direção da área e o goleiro visitante tira, evitando a chance de finalização do zagueiro Fábio Alemão. Mesmo com o jogo controlado e sem sofrer na defesa, Leandro Vilela recebe o segundo cartão amarelo, aos 27 minutos, e é expulso do jogo, a partir disso, Fantasma com um a menos. Após a expulsão, a partida muda e a equipe visitante cresce nas tentativas de ataque, mas sem sucesso. Depois de uma tentativa de ataque do time da capital paranaense, aos 34 minutos, Silva avança pela direita, faz o corte para a perna canhota, chuta de longe no centro do gol e o arqueiro defende.

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O lance de maior perigo dos visitantes foi no minuto 38. Após cruzamento, Léo Gamalho, livre dentro da área, cabeceia e a bola vai para fora, passando próxima da trave de Simão. Mesmo na pressão recebida, por estar com um atleta a menos, as chances do adversário não foram efetivas. O Operário vence por 1 a 0, no 9º clássico disputado na temporada 2021.

Avaliação do treinador
Expulso da partida no minuto 40 do 2º tempo, o técnico Matheus Costa conversou com a imprensa, em entrevista coletiva online, após a vitória conquistada em Vila Oficinas. “Sabemos que em um jogo deste nível, seriam criadas poucas oportunidades para ambas as equipes. Quando essas chances aparecem, cabe a capacidade do atleta em definir a partida. Nós tivemos a felicidade que este lance caiu nos pés de um craque do nosso time. Fizemos um bom primeiro tempo, com maiores criações de jogadas do que o adversário. Obviamente, no segundo tempo, devido às trocas, o adversário se lançou ao ataque. Com a expulsão, tornou-se uma partida mais difícil. Mas, preciso ressaltar a entrega dos nossos jogadores, que se defenderam muito bem, ocuparam com excelência os espaços, sem dar grandes chances para o adversário. Por isso, é mérito total do grupo e equipe, por tudo que estamos trabalhando. Uma vitória como essa, contra um time que estava há 10 jogos sem derrota e nossa equipe retomar o caminho da vitória no Germano Krüger é muito importante.”

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Ficha técnica
Operário 1 x 0 Coritiba
Campeonato Brasileiro – 14ª rodada
Estádio da Ressacada – 25/07/21 – 18h15

Operário: Simão; Alex Silva, Fábio Alemão, Reniê e Fabiano; Leandro Vilela, Rafael Chorão (Rodolfo Filemon) e Leandrinho (Marcelo Santos); Felipe Garcia (Thomaz), Ricardo Bueno (Jean Carlo) e Silva.
Téc: Matheus Costa
Banco: Thiago Braga, Henrique, Odivan, Tibagi, Rafael Oller.

Coritiba: Wilson; Matheus Sales (Robinho), Henrique, Luciano Castán e Guilherme Biro; Jhony Douglas (Willian Alves), Val e Rafinha (João Vitor); Waguininho, (Valdeci) Igor Paixão e Léo Gamalho.
Téc: Júlio Sérgio
Banco: Alex Muralha, Thalisson, Bernardo, Nathan Ribeiro, Wellington Carvalho, Romário.

Gol: 35´1T Ricardo Bueno (Operário).
Cartões amarelos: Leandro Vilela (2x), Simão, Leandro Niehues (Operário); Rafinha, Matheus Sales (Coritiba).
Cartões vermelhos: Leandro Vilela e Matheus Costa (Operário).

Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro
Árbitro Assistente 1: Marcus Vinicius Gomes
Árbitro Assistente 2: Frederico Soares Vilarinho
Quarto Árbitro: Leonardo Sígari Zanon

Assessoria de Imprensa Operário Ferroviário
Fotos: André Jonsson/OFEC

 

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Brasileirão Série B

Cruzeiro fica só no empate com a Chapecoense, mas sobra na liderança da série B

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Na tarde deste sábado (13.08), no Estádio Mané Garrincha, em Brasília, o Cruzeiro pressionou e criou as melhores chances, mas ficou no empate em 1 a 1 com a Chapecoense, pela 24ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro. O zagueiro Lucas Oliveira foi quem marcou o gol celeste na igualdade no Distrito Federal.

Após 11 vitórias, este foi o primeiro tropeço do Cruzeiro como mandante na atual edição da Segunda Divisão. O resultado, no entanto, não altera a tabela de classificação: a Raposa segue líder absoluta, com 53 pontos – a 19 do Londrina, primeiro time fora do G4 -, e conta os dias para o acesso à Série A.

O próximo compromisso do Cruzeiro na Série B é contra o Grêmio (3° colocado, com 43 pontos). A partida válida pela 25ª rodada ocorrerá na Arena do Grêmio, em Porto Alegre, às 16h do próximo domingo (21.08).

O jogo

O Cruzeiro iniciou a partida com o volume que lhe é costumeiro. A equipe de Pezzolano buscava conservar a posse de bola e agredir a Chapecoense desde o início. No entanto, aos 5 minutos, um baque: em lance de passividade da defesa após cobrança de lateral, a Raposa cedeu espaço para Felipe Ferreira finalizar de fora da área. A bola morreu nas redes de Rafael Cabral:

A postura celeste após o gol sofrido não mudou. Um cruzamento de Matheus Bidu foi desviado e quase parou nas redes. O Cruzeiro tentava transpor uma Chapecoense organizada defensivamente com as linhas mais baixas e encontrava bons passes entre essas linhas, mas pecava especialmente nos gestos técnicos no ataque.

Na metade do primeiro tempo, Pezzolano inverteu os alas, assim como na vitória de virada contra o Londrina. Bidu passou a ocupar o corredor direito, enquanto Bruno Rodrigues caiu pela esquerda. Com a mudança, o Cruzeiro passou a invadir mais a área pelo lado esquerdo, mas seguia com dificuldades para criar ocasiões claras de gol.

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Na reta final, a Raposa se lançou ainda mais ao ataque, enquanto a Chape priorizava uma forte proteção à área. Principalmente com chegadas pelos lados e cruzamentos, o time de Pezzolano se aproximava da meta catarinense. Bruno Rodrigues era quem mais tomava iniciativa a partir do um contra um, mas não foi o suficiente para igualar o placar na etapa inicial.

Segundo tempo

No intervalo, Pezzolano promoveu uma estreia no Cruzeiro: Wesley Gasolina entrou na vaga de Matheus Bidu. Logo nos primeiros minutos, Bruno Rodrigues fez bela jogada individual pela esquerda e cruzou rasteiro. A bola atravessou a área para finalização perigosa de Gasolina, que originou um escanteio. Em seguida, mais um remate do Cruzeiro obrigou boa defesa de Saulo.

Aos 3 minutos, a pressão surtiu efeito: Oliveira aproveitou cobrança de escanteio de Chay para cabecear firme para o fundo das redes: 1 a 1. O Cruzeiro seguia com iniciativa total e, logo após o gol, voltou a forçar defesas do goleiro da Chape com um cruzamento e uma finalização de fora da área de Bruno Rodrigues.

A pressão seguia. Com cada vez mais ímpeto – e jogadores no ataque – para buscar a virada, a Raposa rondava a área do time catarinense à procura do segundo gol. O decorrer da etapa complementar, no entanto, “esfriou” as subidas celestes. Aos 23 minutos, inclusive, Bianqui obrigou bela defesa de Rafael Cabral com chute de média distância.

Nesse instante, Pezzolano atendeu aos pedidos da torcida no Mané Garrincha e colocou Edu e Rafa Silva nas vagas de Luvannor e Daniel Júnior, respectivamente. Pouco depois, Chay deixou o campo para o retorno de Willian Oliveira. As novas mexidas alteraram pouco o cenário do jogo, e o Cruzeiro seguiu com dificuldades para produzir ofensivamente – ainda que nada sofresse no aspecto defensivo.

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Já aos 40 minutos, Rodolfo entrou na vaga de Neto Moura. Na base do “ataque total”, a Raposa lançou vários jogadores à frente em busca do gol de desempate e chegou a alcançá-lo nos acréscimos, com Bruno Rodrigues, mas o lance foi invalidado, já que o atacante empurrou a bola para as redes com a mão esquerda. O empate com a Chape foi o primeiro tropeço do Cruzeiro como mandante nesta Série B.

CRUZEIRO 1×1 CHAPECOENSE

Cruzeiro

Rafael Cabral; Zé Ivaldo, Lucas Oliveira e Eduardo Brock; Bruno Rodrigues, Machado, Neto Moura (Rodolfo) e Matheus Bidu (Wesley Gasolina); Daniel Júnior (Rafa Silva), Chay (Willian Oliveira) e Luvannor (Edu).        Técnico: Paulo Pezzolano

 

Chapecoense

Saulo; Ronei, Léo, Xandão e Fernando; Pablo Oliveira (Marcelo Freitas), Matheus Bianqui e Darlan (Frazan); Felipe Ferreira (Thomás), Alisson (Kevin) e Willian Popp (Chrystian).                                                                                 Técnico: Marcelo Cabo

 

Motivo: 24ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro

Data: sábado, 13 de agosto de 2022

Local: Estádio Mané Garrincha, em Brasília

Árbitro: Sávio Pereira Sampaio (Fifa/DF)

Assistentes: Lucas Costa Modesto (DF) e Leila Naiara Moreira da Cruz (Fifa/DF)

VAR: Márcio Henrique de Gois (SP)

Gols: Felipe Ferreira (Chapecoense, aos 5′ do 1°T); Oliveira (Cruzeiro, aos 3′ do 2°T)

Cartões amarelos: Pablo Oliveira, Léo, Saulo (Chapecoense)

 

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