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Coritiba é derrotado pelo Furacão na 7ª rodada do Campeonato Paranaense

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O Coritiba perdeu o Atle-Tiba, na tarde chuvosa de quinta-feira (06), na Arena da Baixada. Em jogo válido pela 7ª rodada do Campeonato Paranaense, o Athletico saiu na frente, com gol de Vitinho. Waguininho empatou para o Coxa, mas o mesmo jogador atleticano marcou mais uma vez, decretando o resultado da partida: 2×1.

Escalação

Para esse jogo, o técnico Gustavo Morínigo mudou o time que vinha jogando nas partidas anteriores. No lugar de Wellington Carvalho entrou Nathan Ribeiro. O Val, que sentiu dores musculares no último jogo, ficou fora, sendo substituído por Jhony Douglas, que estreou na última segunda-feira. Outra novidade foi a entrada de Cerutti no lugar de Igor Paixão entre os titulares.

Primeiro tempo sem gols

Logo no primeiro minuto de jogo, Cerutti cruzou na área para Léo Gamalho, que subiu, mas a zaga do Athletico subiu mais, mandando a bola para fora. O Coxa seguia procurando espaços em um jogo bastante equilibrado e sem muitas chances de gol. No campo de ataque, o Coritiba chegava, mas não conseguia ser efetivo na criação das jogadas.

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Destaque para a defesa e Wilson, aos 36’. O goleiro espalmou e, no rebote, o Athletico chegou de bicicleta, mas o goleiro do Verdão mais uma vez impediu o gol atleticano.

O Verdão assustou aos 44’, quando Igor recebeu na direita e mandou no cantinho para a defesa do goleiro.

2×1

Nessa etapa, quem chegou primeiro ao ataque, logo nos primeiros instantes, foi o Athletico. Canesin mandou com força, mas a bola saiu pelo canto. O Coxa reagiu e levou perigo para a zaga atleticana, em seguida, em jogada entre Igor e Waguininho. O lateral cruzou para o camisa 13 mandar de cabeça, por cima do gol.

Um pouco depois, aos 6’, Waguininho de novo! Depois de cobrança de escanteio, o jogador mata a bola no peito e chuta, de dentro da área, mas foi para fora.

Aos 13’, gol do Athletico. Vitinho recebeu de Khellven e mandou de cabeça.

O Coxa reclamou de pênalti, aos 21’, quando Waguininho foi derrubado na área. O juiz mandou o jogo seguir. Em seguida, Léo Gamalho balançou as redes, mas o gol foi anulado. A justificativa foi que a bola tocou o braço do atacante no lance.

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Waguininho foi quem conseguiu empatar o jogo para o Verdão. Igor fez um cruzamento certeiro da direita, que parou na cabeça do camisa 13. Ele tocou pro chão, a bola quicou e entrou. 1X1 no placar.

Foi aos 45’ que Vitinho conseguiu fazer mais um para o Athletico. Atrás no placar, o Coxa ficou com um jogador a menos com a expulsão de Willian Farias.

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Para a final e para a história!

furacão ganha de 3 x 0 do flamengo

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Comemora, torcida athleticana. Mas comemora pra valer!

Acabamos de viver uma página imortal da história do Furacão. Foi o Athletico em sua essência, em seu estado mais puro. O time da raça, da camisa vestida com amor, com o sangue forte nas veias. Que não teme a própria morte.

Uma atuação irretocável. Se fechando na defesa, suportando a pressão do Flamengo, matando o jogo no contra-ataque…

Jornada grandiosa de todo o elenco. Mas é impossível não destacar os nomes de Nikão, Santos e José Ivaldo.

Nikão fez dois gols que desnortearam o adversário. Santos, incontáveis defesas magistrais… E o que foi aquela jogada do Zé já no finalzinho do jogo, sacramentando a passagem para grande decisão?

Foi mais que uma classificação. Foi uma vitória para a eternidade. No Maracanã, Flamengo 0, Athletico 3. O nosso Rubro-Negro está mais uma vez na final da Copa do Brasil. E em duas grandes decisões na reta final da temporada.

Nikão se apresentou para uma cobrança perfeita. Forte, no canto direito, longe do alcance de Diego Alves.

Atrás no placar, o Flamengo se atirou ainda mais ao ataque. Mas quando conseguia superar a sólida defesa athleticana, a linha de frente carioca esbarrava em uma muralha que atende pelo nome de Santos.

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Foi assim até o fim dos 45′ minutos e em mais dez de acréscimos. Mas nos instantes finais da primeira etapa, o Furacão voltou a aproveitar o desespero flamenguista. Nikão quase deixou Erick na cara do gol e Terans levou perigo em um chute de fora da área.

Até que aos 52′, o contra-ataque athleticano pegou a defesa adversária desorganizada. A jogada terminou com Kayzer tocando para Nikão, que soltou um chute cruzado que Diego Alves não conseguiu segurar. Era o segundo do Furacão!

Depois do intervalo, a pressão do time da casa continuou. Mas na defesa do arco paranaense estava uma verdadeira majestade. Santos. Sempre Santos.

Com as defesas do gigante da camisa 1 e com a solidez da retaguarda athleticana, o ímpeto carioca arrefeceu. E quando a vitória e a classificação já estava assegurada, ainda apareceu José Ivaldo para colocar finalizar a noite histórica.

Ele recuperou a bola no campo de defesa, partiu para o campo de ataque e tocou para Pedro Rocha. O atacante girou para cima da marcação e rolou de volta para o Zé, que entrou em disparada pelo meio da área e finalizou no cantinho.

A fatura estava definitivamente liquidada, com uma vitória que irá ecoar por muito tempo nas arquibancadas do Maracanã.

Vamos em busca de mais essa taça!

  Com novidades, equipe coxa-branca se prepara para a última rodada do Brasileiro

Ficha técnica: Flamengo 0x3 Athletico Paranaense
Copa do Brasil 2021: Semifinal – Jogo de volta
Data: 27/10/2021 [quarta-feira]
Horário: 21h30
Local: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)

Público pagante: 29.549
Público total: 31.586
Renda: R$ 2.967.490,00

Flamengo: Diego Alves; Isla (Matheuzinho, aos 30′ do 2º tempo), Rodrigo Caio, Léo Pereira e Filipe Luís (Ramon, aos 21′ do 2º tempo); Willian Arão (Vitinho, aos 30′ do 2º tempo), Diego (Michael, no intervalo), Andreas Pereira e Everton Ribeiro (Kenedy, aos 30′ do 2º tempo); Bruno Henrique e Gabriel
Técnico: Renato Gaúcho
Cartões amarelos: Willian Arão e Kenedy

Athletico Paranaense: Santos; Pedro Henrique (José Ivaldo, aos 31′ do 2º tempo), Thiago Heleno e Nico Hernández; Marcinho (Khellven, aos 31′ do 2º), Erick, Léo Cittadini (Fernando Canesin, aos 42′ do 2º tempo) e Abner; Nikão, Renato Kayzer (Christian, aos 23′ do 2º tempo) e David Terans (Pedro Henrique, aos 23′ do 2º tempo)
Técnico: Alberto Valentim
Gols: Nikão, aos 9′ e aos 52′ do primeiro tempo; José Ivaldo, aos 43′ do segundo tempo
Cartão vermelho: Khellven, aos 35′ do segundo tempo
Cartões amarelos: Erick e Renato Kayzer

Fotos: Gustavo Oliveira/athletico.com.br

 

Para a final e para a história!

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