Copa do Mundo
Brasil x Sérvia: prévia do jogo, notícias das equipes
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Confronto válido pela primeira rodada repete partida de 2018
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Neymar, Thiago Silva, Milinkovic-Savic e Tadic são alguns dos remanescentes do último encontro
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Brasil chega à Copa embalado por sucesso nas eliminatórias, e Sérvia aposta em dupla de ataque
Ainda com as memórias vivas sobre 2018, brasileiros e sérvios se encontram nesta quinta-feira, pela primeira rodada da Copa do Mundo Fifa Qatar-2022. Afinal, quatro anos atrás, os adversários de estreia também tiveram de superar forças na fase de grupos.
Na ocasião, o Brasil venceu por 2 a 0, com gols de Paulinho e Thiago Silva, resultado que foi crucial para a classificação da Seleção como primeira colocada da chave e também para a eliminação precoce da Sérvia.
Vários dos personagens que partiram continuam defendendo seus parentes. O Brasil ainda tem Thiago Silva, por exemplo, além de Alisson, Neymar, Gabriel Jesus. Do outro lado, Sergej Milinkovic-Savic, Dusan Tadic, Filip Kostic e Aleksandar Mitrovic continuam sendo peças importantes. As ambições também continuam as mesmas de 2018. Para os brasileiros, só um novo título mundial e o fim do jejum iniciado há duas décadas interessam. Os sérvios, por outro lado, desejam mais do que tudo seguirem para a fase eliminatória para depois poderem sonhar mais alto.
Data e Horário
Quinta-feira, 24 de novembro, às 22h de Doha
Local
Estádio Lusail Iconic, em Lusail
arbitragem
Árbitro: Alireza Faghani (Irã) Auxiliares: Mohammadreza Mansouri e Mohammadreza Abolfazli (Irã)
Últimas notícias
O Brasil não tem problemas para sua estreia na Copa. A única dúvida de Tite é entre uma escalação mais conservadora, com três homens de meio-campo, ou uma estratégia com quatro jogadores de características mais ofensivas. No primeiro cenário, quem deve começar jogando é Fred. Se a opção for para cima, Vinícius Júnior deve ser escalado e Neymar pode atuar um pouco mais recuado.
No caso da Sérvia, a maior indefinição diz respeito à utilização do centroavante Aleksandar Mitrovic, destaque do Fulham na Premier League. O goleador não disputa uma partida oficial desde o fim de outubro por conta de uma lesão no tornozelo. E, por isso, pode ficar como opção para o segundo tempo.

Prováveis escalações
Brasil: Alisson; Danilo, Marquinhos, Thiago Silva e Alex Sandro; Casemiro, Lucas Paquetá e Neymar; Raphinha, Richarlison e Vinícius Júnior
Sérvia: Vanja Milinkovic-Savic; Pavlovic, Milenkovic e Stefan Mitrovic; Zivkovic, Ilic, Sergej Milinkovic-Savic e Kostic; Tádico; Vlahovic e Aleksandar Mitrovic
Histórico do confronto
As duas equipes são velhas conhecidas e já se enfrentaram 20 vezes, com 11 vitórias brasileiras, sete empates e dois triunfos da Sérvia (incluindo o histórico herdado da extinta Iugoslávia). Em Mundiais, esse será o sexto encontro. Nos outros cinco anteriores, houve duas vitórias dos sul-americanos, uma dos europeus e dois empates.
Números principais
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O Brasil teve uma campanha histórica nas eliminatórias sul-americanas. A equipe conquistou 88,2% dos pontos que disputou no classificatório: foram 14 vitórias e três empates em 17 partidas disputadas.
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Aleksandar Mitrovic e Dusan Vlahovic, a dupla de ataque titular da Sérvia, já somam 22 gols nesta temporada. O primeiro, que joga no Fulham, marcou 13 vezes em 2022/23. Já o centroavante da Juventus fez 9 gols no período.
O que eles disseram
Marquinhos, zagueiro do Brasil: “ Acho que, se a gente pegar e ver os ex-campeões do mundo, a gente vê a importância que tem a Copa para o Brasil. Isso fica marcado na sua história, da sua família, netos, onde você passar todo mundo vai lembrar de você.”
Sergej Milinkovic-Savic, meio-campista da Sérvia: “ Devo encarar um jogo de cada vez e enfileirar o máximo de vitórias possível. Mas o primeiro objetivo vai passar da fase de grupos.”
Copa do Mundo
Espanha conquista bicampeonato mundial e frustra sonho argentino
Após 16 anos de espera, a Espanha voltou a erguer a taça de campeã do mundo. Neste domingo, a Fúria derrotou a Argentina por 1 a 0, na grande final da Copa do Mundo de 2026, disputada no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos. O gol do título saiu dos pés de Ferrán Torres, já no segundo tempo da prorrogação, coroando uma partida em que os europeus dominaram de ponta a ponta.

Screenshot
O triunfo espanhol guardou semelhanças impressionantes com a primeira conquista mundial do país, em 2010. Assim como naquela ocasião, quando Andrés Iniesta, então jogador do Barcelona, decidiu a final contra a Holanda na prorrogação, desta vez foi um atleta do mesmo clube — Ferrán Torres — quem apareceu no momento decisivo para balançar as redes e garantir o bicampeonato.
A Argentina, por sua vez, perdeu a oportunidade de levantar a taça pela quarta vez e de se juntar a Itália e Brasil como as únicas seleções bicampeãs consecutivas do torneio. Os sul-americanos, que haviam vencido em 1978, 1986 e 2022, não conseguiram repetir o feito.
O jogo
O início da partida foi movimentado. Aos quatro minutos, Lamine Yamal trocou passes com Dani Olmo na entrada da área e arriscou com a perna esquerda. A bola desviou em Lisandro Martínez, mas Dibu Martinez reagiu bem e evitou o gol. A Argentina respondeu imediatamente, com Julián Álvarez roubando a bola no meio e servindo Messi nas costas da zaga. O goleiro Unai Simón, no entanto, saiu rápido e cortou o lance.
A partir desse momento, o jogo perdeu intensidade. A Espanha controlou a posse de bola e só voltou a ameaçar aos 37 minutos, quando Oyarzabal recebeu na entrada da área e bateu rasteiro, parando em Dibu Martinez. Cinco minutos depois, Cucurella tentou de longe e também levou perigo. A Argentina, por sua vez, encerrou o primeiro tempo sem nenhuma finalização a gol, demonstrando dificuldade para escapar da marcação espanhola.
Na segunda etapa, a Fúria manteve a postura ofensiva. Com menos de um minuto, Baena avançou pela esquerda e bateu colocado, mas o goleiro argentino agarrou. Aos 18 e aos 21, Dani Olmo e Ferrán Torres obrigaram Dibu Martinez a trabalhar novamente. Aos 31, Pedri carregou a bola e finalizou em cima do arqueiro. Na sequência, Cubarsí arriscou de fora da área e parou em mais uma defesa.
O cenário se complicou ainda mais para a Argentina aos 47 minutos, quando Enzo Fernández cometeu falta dura em Cubarsí, recebeu o segundo amarelo e foi expulso. Com um jogador a mais, a Espanha quase definiu o jogo aos 52, em cobrança de falta de Lamine Yamal, mas Dibu Martinez espalmou e enviou a partida para a prorrogação.
No primeiro tempo da prorrogação, o domínio espanhol continuou. Aos dois minutos, Pedri cruzou para Nico Williams, que cabeceou para grande defesa de Dibu Martinez. Aos cinco, Williams chegou a balançar as redes, mas o gol foi anulado por falta de Merino em Otamendi. Aos 12, o próprio Merino cabeceou para o chão e viu a bola raspar na trave.
O gol tantas vezes buscado finalmente saiu no primeiro minuto do segundo tempo da prorrogação. Pedro Porro avançou pela direita e cruzou na segunda trave. Nico Williams desviou de cabeça para o meio da área, e Ferrán Torres chegou chutando forte com a perna esquerda, sem chances para o goleiro argentino. O atacante ainda fez o segundo aos sete minutos, mas o lance foi invalidado por impedimento.
A Argentina tentou reagir nos minutos finais. Aos 14, Messi tocou para Simeone, que cruzou rasteiro pela direita. Tagliafico chegou para empurrar, mas a zaga espanhola afastou. Na sequência, Messi cobrou escanteio, a bola sobrou com Simeone, que finalizou por cima do gol.
Para Lionel Messi, a que pode ter sido sua última Copa do Mundo terminou de forma amarga. Marcado de perto pela defesa espanhola, o camisa 10 teve atuação discreta e não conseguiu ultrapassar Kylian Mbappé como maior artilheiro da história da competição. O argentino encerrou o torneio com 21 gols, um a menos que os 22 do francês.
Com 19 finalizações ao longo da partida, a Espanha construiu um desempenho que refletiu a superioridade demonstrada desde o apito inicial. A expulsão de Enzo Fernández no fim do tempo regulamentar acabou sendo o detalhe que abriu caminho para o gol decisivo, mas o controle espanhol já era evidente muito antes.
| FICHA TÉCNICA | ||
|---|---|---|
| Placar |
Espanha 1 X 0 Argentina |
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| Competição | Copa do Mundo — final | |
| Data | 19 de julho de 2026, domingo | |
| Horário | 16h, de Brasília | |
| Local | MetLife Stadium, Nova Jersey, Estados Unidos | |
| Público | 80.663 torcedores | |
| GOL E CARTÕES | ||
| Gol | Ferrán Torres, aos 1 minuto do segundo tempo da prorrogação | — |
| Cartões amarelos | Nenhum | Lisandro Martínez, Paredes, Enzo Fernández, Lionel Scaloni e Mac Allister |
| Cartão vermelho | Nenhum | Enzo Fernández |
| ARBITRAGEM | ||
| Árbitro | Slavko Vincic (ESL) | |
| Assistentes | Tomaz Klancnik (ESL) e Andraz Kovacic (ESL) | |
| VAR | Bastian Dankert (ALE) | |
| ESCALAÇÕES |
ESPANHA |
ARGENTINA |
| SELEÇÕES | Unai Simón; Pedro Porro, Cubarsí, Laporte (Eric García) e Cucurella; Rodri (Zubimendi), Fabián Ruiz (Pedri) e Dani Olmo (Merino); Lamine Yamal, Álex Baena (Nico Williams) e Oyarzabal (Ferrán Torres). | Dibu Martínez; Montiel (Molina), Cuti Romero (Medina), Lisandro Martínez (Otamendi) e Tagliafico; Enzo Fernández, Mac Allister, De Paul (Simeone) e Messi; Nico González (Paredes) e Julián Álvarez (Senesi). |
| Técnicos | Luis de la Fuente | Lionel Scaloni |
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