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BRASILEIRÃO 2025

Copa do Mundo

A corrida pela Chuteira de Ouro no Catar; veja relação

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Kylian Mbappé se isola na artilharia do Mundial e abre dois gols de vantagem para turma de Messi, Morata e cia.
fifa
  • Mbappé se isola na artilharia da Copa, com 5 gols

  • Nove jogadores aparecem na sequência, com 3 gols marcados, cada

  • Outros 17 atletas vieram atrás, com duas bolas nas redes

O FIFA+ mostra como está a corrida pela artilharia na Copa do Mundo de 2022, no Catar.

A briga pela Chuteira de Ouro no Qatar

5 gols

Kylian Mbappé (França).

3 gols

Álvaro Morata (Espanha)*, Bukayo Saka (Inglaterra), Cody Gakpo (Holanda), Enner Valencia (Equador)*, Gonçalo Ramos (Portugal), Lionel Messi (Argentina), Marcus Rashford (Inglaterra), Olivier Giroud (França), Richarlison (Brasil).

2 gols

Aleksandar Mitrovic (Sérvia)*, Andrej Kramaric (Croácia), Breel Embolo (Suíça)*, Bruno Fernandes (Portugal), Cho Gue-sung (Coreia do Sul)*, Giorgian de Arrascaeta (Uruguai)*, Ferrán Torres (Espanha)*, Julián Álvarez ( Argentina), Kai Havertz (Alemanha)*, Mehdi Taremi (Irã)*, Mohammed Kudus (Gana)*, Niclas Füllkrug (Alemanha)*, Rafael Leão (Portugal), Robert Lewandowski (Polônia)*, Ritsu Doan (Japão)*, Salem Al-Dawsari (Arábia )*, Vincent Aboubakar (Camarões)*.

  Inglaterra supera França em jogo de dez gols e conquista terceiro lugar na Copa

* Já foi eliminado.

Os vencedores anteriores da Chuteira de Ouro

1930: Guillermo Stabile (8 gols)

1934: Oldrich Nejedly (5)

1938: Leônidas da Silva (7)

1950: Ademir de Menezes (8)

1954: Sandor Kocsis (11)

1958: Just Fontaine, França (13)

1962: Florian Albert, Garrincha, Valentin Ivanov, Drazan Jerkovic, Leonel Sanchez e Vava (4)

1966: Eusébio (9) 1970: Gerd Muller (10)

1974: Grzegorz Lato (7)

1978: Mario Kempes (6)

1982: Paolo Rossi (6 )

1986: Gary Lineker (6)

1990: Toto Schillaci (6)

1994: Oleg Salenko e Hristo Stoichkov (6)

1998: Davor Suker (6)

2002: Ronaldo (8)

2006: Miroslav Klose (5)

2010: Thomas Muller ( 5)

2014: James Rodriguez (6)

2018: Harry Kane (6)

 

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Copa do Mundo

Espanha conquista bicampeonato mundial e frustra sonho argentino

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Após 16 anos de espera, a Espanha voltou a erguer a taça de campeã do mundo. Neste domingo, a Fúria derrotou a Argentina por 1 a 0, na grande final da Copa do Mundo de 2026, disputada no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos. O gol do título saiu dos pés de Ferrán Torres, já no segundo tempo da prorrogação, coroando uma partida em que os europeus dominaram de ponta a ponta.

Screenshot

O triunfo espanhol guardou semelhanças impressionantes com a primeira conquista mundial do país, em 2010. Assim como naquela ocasião, quando Andrés Iniesta, então jogador do Barcelona, decidiu a final contra a Holanda na prorrogação, desta vez foi um atleta do mesmo clube — Ferrán Torres — quem apareceu no momento decisivo para balançar as redes e garantir o bicampeonato.

A Argentina, por sua vez, perdeu a oportunidade de levantar a taça pela quarta vez e de se juntar a Itália e Brasil como as únicas seleções bicampeãs consecutivas do torneio. Os sul-americanos, que haviam vencido em 1978, 1986 e 2022, não conseguiram repetir o feito.

O jogo

O início da partida foi movimentado. Aos quatro minutos, Lamine Yamal trocou passes com Dani Olmo na entrada da área e arriscou com a perna esquerda. A bola desviou em Lisandro Martínez, mas Dibu Martinez reagiu bem e evitou o gol. A Argentina respondeu imediatamente, com Julián Álvarez roubando a bola no meio e servindo Messi nas costas da zaga. O goleiro Unai Simón, no entanto, saiu rápido e cortou o lance.

A partir desse momento, o jogo perdeu intensidade. A Espanha controlou a posse de bola e só voltou a ameaçar aos 37 minutos, quando Oyarzabal recebeu na entrada da área e bateu rasteiro, parando em Dibu Martinez. Cinco minutos depois, Cucurella tentou de longe e também levou perigo. A Argentina, por sua vez, encerrou o primeiro tempo sem nenhuma finalização a gol, demonstrando dificuldade para escapar da marcação espanhola.

  Inglaterra supera França em jogo de dez gols e conquista terceiro lugar na Copa

Na segunda etapa, a Fúria manteve a postura ofensiva. Com menos de um minuto, Baena avançou pela esquerda e bateu colocado, mas o goleiro argentino agarrou. Aos 18 e aos 21, Dani Olmo e Ferrán Torres obrigaram Dibu Martinez a trabalhar novamente. Aos 31, Pedri carregou a bola e finalizou em cima do arqueiro. Na sequência, Cubarsí arriscou de fora da área e parou em mais uma defesa.

O cenário se complicou ainda mais para a Argentina aos 47 minutos, quando Enzo Fernández cometeu falta dura em Cubarsí, recebeu o segundo amarelo e foi expulso. Com um jogador a mais, a Espanha quase definiu o jogo aos 52, em cobrança de falta de Lamine Yamal, mas Dibu Martinez espalmou e enviou a partida para a prorrogação.

No primeiro tempo da prorrogação, o domínio espanhol continuou. Aos dois minutos, Pedri cruzou para Nico Williams, que cabeceou para grande defesa de Dibu Martinez. Aos cinco, Williams chegou a balançar as redes, mas o gol foi anulado por falta de Merino em Otamendi. Aos 12, o próprio Merino cabeceou para o chão e viu a bola raspar na trave.

O gol tantas vezes buscado finalmente saiu no primeiro minuto do segundo tempo da prorrogação. Pedro Porro avançou pela direita e cruzou na segunda trave. Nico Williams desviou de cabeça para o meio da área, e Ferrán Torres chegou chutando forte com a perna esquerda, sem chances para o goleiro argentino. O atacante ainda fez o segundo aos sete minutos, mas o lance foi invalidado por impedimento.

A Argentina tentou reagir nos minutos finais. Aos 14, Messi tocou para Simeone, que cruzou rasteiro pela direita. Tagliafico chegou para empurrar, mas a zaga espanhola afastou. Na sequência, Messi cobrou escanteio, a bola sobrou com Simeone, que finalizou por cima do gol.

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Para Lionel Messi, a que pode ter sido sua última Copa do Mundo terminou de forma amarga. Marcado de perto pela defesa espanhola, o camisa 10 teve atuação discreta e não conseguiu ultrapassar Kylian Mbappé como maior artilheiro da história da competição. O argentino encerrou o torneio com 21 gols, um a menos que os 22 do francês.

Com 19 finalizações ao longo da partida, a Espanha construiu um desempenho que refletiu a superioridade demonstrada desde o apito inicial. A expulsão de Enzo Fernández no fim do tempo regulamentar acabou sendo o detalhe que abriu caminho para o gol decisivo, mas o controle espanhol já era evidente muito antes.

FICHA TÉCNICA
Placar

Espanha 1 X 0 Argentina

Competição Copa do Mundo — final
Data 19 de julho de 2026, domingo
Horário 16h, de Brasília
Local MetLife Stadium, Nova Jersey, Estados Unidos
Público 80.663 torcedores
GOL E CARTÕES
Gol Ferrán Torres, aos 1 minuto do segundo tempo da prorrogação
Cartões amarelos Nenhum Lisandro Martínez, Paredes, Enzo Fernández, Lionel Scaloni e Mac Allister
Cartão vermelho Nenhum Enzo Fernández
ARBITRAGEM
Árbitro Slavko Vincic (ESL)
Assistentes Tomaz Klancnik (ESL) e Andraz Kovacic (ESL)
VAR Bastian Dankert (ALE)
ESCALAÇÕES

ESPANHA

ARGENTINA

SELEÇÕES Unai Simón; Pedro Porro, Cubarsí, Laporte (Eric García) e Cucurella; Rodri (Zubimendi), Fabián Ruiz (Pedri) e Dani Olmo (Merino); Lamine Yamal, Álex Baena (Nico Williams) e Oyarzabal (Ferrán Torres). Dibu Martínez; Montiel (Molina), Cuti Romero (Medina), Lisandro Martínez (Otamendi) e Tagliafico; Enzo Fernández, Mac Allister, De Paul (Simeone) e Messi; Nico González (Paredes) e Julián Álvarez (Senesi).
Técnicos Luis de la Fuente Lionel Scaloni
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