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TIMES DA SÉRIE A

BRASILEIRÃO 2025

Copa do Mundo

Escócia vence Haiti na estreia e assume liderança do Grupo C da Copa de 2026

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Foto: FIFA

A Escócia começou sua campanha na Copa do Mundo de 2026 com vitória por 1 a 0 sobre o Haiti, neste sábado, no Gillette Stadium, em Boston, pela primeira rodada do Grupo C. O único gol da partida foi marcado por McGinn, garantindo aos escoceses os primeiros três pontos na chave que também tem Brasil e Marrocos.

O triunfo colocou a seleção escocesa na liderança provisória do grupo, com três pontos. Brasil e Marrocos aparecem logo atrás, com um ponto cada, enquanto o Haiti ocupa a última colocação, ainda sem pontuar.

O jogo

O primeiro tempo foi o momento mais movimentado do confronto. A Escócia criou a primeira grande chance aos 16 minutos, quando McTominay acertou a trave em finalização de fora da área após passe de Doak. Onze minutos depois, veio o gol decisivo: Adams finalizou, Placide defendeu, e McGinn aproveitou o rebote para abrir o placar em Boston.

Depois de sofrer o gol, o Haiti cresceu na reta final da etapa inicial e passou a pressionar o adversário. A melhor oportunidade veio aos 33 minutos, quando Pierrot teve a chance de empatar com o gol aberto, mas foi travado por Hanley no momento da finalização.

Na segunda etapa, o ritmo caiu e as oportunidades ficaram mais escassas. O Haiti tentou reagir e quase marcou aos 28 minutos, quando Providence arriscou de longe e a bola passou perto da trave. Nos minutos finais, a equipe haitiana voltou a ameaçar com Pierrot, que cabeceou para fora após cruzamento de Joseph, e já nos acréscimos perdeu outra chance com Casimir, que encontrou o atacante em boa posição, mas viu o lance terminar sem o desvio necessário para empatar a partida.

A vitória escocesa, construída com solidez defensiva e eficiência no ataque, deixa a seleção em situação confortável no início da competição. Já o Haiti terá de buscar recuperação nas próximas rodadas para seguir vivo na disputa por classificação.

Próximas partidas | 2ª rodada da fase de Grupos

Jogo: Brasil x Haiti
Competição: Copa do Mundo
Data e horário: Sexta-feira, 19 de junho de 2026, às 21h30 (de Brasília)
Local: Estádio da Filadélfia, na Pensilvânia (EUA)

Jogo: Escócia x Marrocos
Competição: Copa do Mundo – Fase de Grupos (2ª rodada)
Data e horário: Sexta-feira, 19 de junho de 2026, às 19h (de Brasília)
Local: Estádio de Boston, em Massachusetts (EUA)

FICHA TÉCNICA
Placar Haiti 0 x 1 Escócia
Competição 1ª rodada do Grupo C da Copa do Mundo
Local Gillete Stadium, em Boston (EUA)
Data 13 de junho de 2026 (sábado)
Horário 22h (de Brasília)
Cartões amarelos Bellegarde (Haiti); Hickey (Escócia)
Cartões vermelhos Nenhum
Árbitro Mustapha Ghorbal (Argélia)
Assistente 1 Mokrane Gourari (Argélia)
Assistente 2 Abbes Akram Zerhouni (Argélia)
VAR Abdullah Dhafer (Arábia Saudita)
Gol McGinn, aos 27’ do 1ºT (Escócia)
 Haiti Placide; Arcus, Adé, Delcroix e Expérience; Jean Jacques, Bellegarde, Providence (Fortuné) e Deedson (Casimir); Pierrot e Isidor (Joseph)
Técnico do Haiti Sebastien Migné
 Escócia Gunn; Hickey (Patterson), Hanley, Hendry e Robertson; Ferguson, McTominay, McGinn (Curtis) e Gannon-Doak (Christie); Adams (Dyke) e Shankland (McLean)
Técnico da Escócia Steve Clarke
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Copa do Mundo

Espanha conquista bicampeonato mundial e frustra sonho argentino

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Após 16 anos de espera, a Espanha voltou a erguer a taça de campeã do mundo. Neste domingo, a Fúria derrotou a Argentina por 1 a 0, na grande final da Copa do Mundo de 2026, disputada no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos. O gol do título saiu dos pés de Ferrán Torres, já no segundo tempo da prorrogação, coroando uma partida em que os europeus dominaram de ponta a ponta.

Screenshot

O triunfo espanhol guardou semelhanças impressionantes com a primeira conquista mundial do país, em 2010. Assim como naquela ocasião, quando Andrés Iniesta, então jogador do Barcelona, decidiu a final contra a Holanda na prorrogação, desta vez foi um atleta do mesmo clube — Ferrán Torres — quem apareceu no momento decisivo para balançar as redes e garantir o bicampeonato.

A Argentina, por sua vez, perdeu a oportunidade de levantar a taça pela quarta vez e de se juntar a Itália e Brasil como as únicas seleções bicampeãs consecutivas do torneio. Os sul-americanos, que haviam vencido em 1978, 1986 e 2022, não conseguiram repetir o feito.

O jogo

O início da partida foi movimentado. Aos quatro minutos, Lamine Yamal trocou passes com Dani Olmo na entrada da área e arriscou com a perna esquerda. A bola desviou em Lisandro Martínez, mas Dibu Martinez reagiu bem e evitou o gol. A Argentina respondeu imediatamente, com Julián Álvarez roubando a bola no meio e servindo Messi nas costas da zaga. O goleiro Unai Simón, no entanto, saiu rápido e cortou o lance.

A partir desse momento, o jogo perdeu intensidade. A Espanha controlou a posse de bola e só voltou a ameaçar aos 37 minutos, quando Oyarzabal recebeu na entrada da área e bateu rasteiro, parando em Dibu Martinez. Cinco minutos depois, Cucurella tentou de longe e também levou perigo. A Argentina, por sua vez, encerrou o primeiro tempo sem nenhuma finalização a gol, demonstrando dificuldade para escapar da marcação espanhola.

Na segunda etapa, a Fúria manteve a postura ofensiva. Com menos de um minuto, Baena avançou pela esquerda e bateu colocado, mas o goleiro argentino agarrou. Aos 18 e aos 21, Dani Olmo e Ferrán Torres obrigaram Dibu Martinez a trabalhar novamente. Aos 31, Pedri carregou a bola e finalizou em cima do arqueiro. Na sequência, Cubarsí arriscou de fora da área e parou em mais uma defesa.

O cenário se complicou ainda mais para a Argentina aos 47 minutos, quando Enzo Fernández cometeu falta dura em Cubarsí, recebeu o segundo amarelo e foi expulso. Com um jogador a mais, a Espanha quase definiu o jogo aos 52, em cobrança de falta de Lamine Yamal, mas Dibu Martinez espalmou e enviou a partida para a prorrogação.

No primeiro tempo da prorrogação, o domínio espanhol continuou. Aos dois minutos, Pedri cruzou para Nico Williams, que cabeceou para grande defesa de Dibu Martinez. Aos cinco, Williams chegou a balançar as redes, mas o gol foi anulado por falta de Merino em Otamendi. Aos 12, o próprio Merino cabeceou para o chão e viu a bola raspar na trave.

O gol tantas vezes buscado finalmente saiu no primeiro minuto do segundo tempo da prorrogação. Pedro Porro avançou pela direita e cruzou na segunda trave. Nico Williams desviou de cabeça para o meio da área, e Ferrán Torres chegou chutando forte com a perna esquerda, sem chances para o goleiro argentino. O atacante ainda fez o segundo aos sete minutos, mas o lance foi invalidado por impedimento.

A Argentina tentou reagir nos minutos finais. Aos 14, Messi tocou para Simeone, que cruzou rasteiro pela direita. Tagliafico chegou para empurrar, mas a zaga espanhola afastou. Na sequência, Messi cobrou escanteio, a bola sobrou com Simeone, que finalizou por cima do gol.

Para Lionel Messi, a que pode ter sido sua última Copa do Mundo terminou de forma amarga. Marcado de perto pela defesa espanhola, o camisa 10 teve atuação discreta e não conseguiu ultrapassar Kylian Mbappé como maior artilheiro da história da competição. O argentino encerrou o torneio com 21 gols, um a menos que os 22 do francês.

Com 19 finalizações ao longo da partida, a Espanha construiu um desempenho que refletiu a superioridade demonstrada desde o apito inicial. A expulsão de Enzo Fernández no fim do tempo regulamentar acabou sendo o detalhe que abriu caminho para o gol decisivo, mas o controle espanhol já era evidente muito antes.

FICHA TÉCNICA
Placar

Espanha 1 X 0 Argentina

Competição Copa do Mundo — final
Data 19 de julho de 2026, domingo
Horário 16h, de Brasília
Local MetLife Stadium, Nova Jersey, Estados Unidos
Público 80.663 torcedores
GOL E CARTÕES
Gol Ferrán Torres, aos 1 minuto do segundo tempo da prorrogação
Cartões amarelos Nenhum Lisandro Martínez, Paredes, Enzo Fernández, Lionel Scaloni e Mac Allister
Cartão vermelho Nenhum Enzo Fernández
ARBITRAGEM
Árbitro Slavko Vincic (ESL)
Assistentes Tomaz Klancnik (ESL) e Andraz Kovacic (ESL)
VAR Bastian Dankert (ALE)
ESCALAÇÕES

ESPANHA

ARGENTINA

SELEÇÕES Unai Simón; Pedro Porro, Cubarsí, Laporte (Eric García) e Cucurella; Rodri (Zubimendi), Fabián Ruiz (Pedri) e Dani Olmo (Merino); Lamine Yamal, Álex Baena (Nico Williams) e Oyarzabal (Ferrán Torres). Dibu Martínez; Montiel (Molina), Cuti Romero (Medina), Lisandro Martínez (Otamendi) e Tagliafico; Enzo Fernández, Mac Allister, De Paul (Simeone) e Messi; Nico González (Paredes) e Julián Álvarez (Senesi).
Técnicos Luis de la Fuente Lionel Scaloni
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