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TIMES DA SÉRIE A

BRASILEIRÃO 2025

Copa do Mundo

Hora das contas: o que cada seleção precisa na segunda rodada da Copa

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Segunda rodada já vira decisão para que eu não conseguisse bons resultados na estreia.

  • Portugal, Bélgica, França e Arábia Saudita estão em uma ótima situação

  • Se perder para a Espanha, a Alemanha terá que depender dos outros resultados

  • As probabilidades serão atualizadas a cada partida

O FIFA+ fez um resumo dos principais cenários após a primeira rodada do Mundial do Qatar.

Quem já pode ser eliminado na segunda rodada? Quem já pode chegar às oitavas?

Grupo C

Polônia x Arábia Saudita (26 de novembro, 10h de Brasília)  Argentina x México  (26 de novembro, 16h de Brasília) 

A Argentina será desclassificada em caso de derrota.

A Arábia Saudita se garante nas oitavas em caso de vitória.

México e Polônia não podem garantir nem a classificação nem a desclassificação antecipada ainda nesta segunda rodada.

Grupo D

Tunísia x Austrália  (26 de novembro, 7h de Brasília)  França x Dinamarca  (26 de novembro, 13h de Brasília) 

A França passa para as oitavas em caso de vitória.

A Austrália será desclassificada em caso de derrota.

Dinamarca e Tunísia não podem garantir nem a classificação nem a desclassificação antecipada ainda nesta segunda rodada.

Grupo E

Espanha x Alemanha  (27 de novembro, 16h de Brasília) Japão x Costa Rica  (27 de novembro, 7h de Brasília)

A Espanha se classifica se vencer, desde que a Costa Rica não vença o Japão.

O Japão se classifica se vencer, desde que a Alemanha não vença a Espanha.

A Alemanha não terá mais nenhuma chance de se classificar se perder, desde que a Costa Rica não vença o Japão.

A Costa Rica não terá mais chances de classificar se perder, desde que a Alemanha não vença da Espanha.

Grupo F

Bélgica x Marrocos  (27 de novembro, 10h de Brasília) Croácia x Canadá  (27 de novembro, 13h de Brasília) 

A Bélgica se classifica para as oitavas se vencer. 

O Canadá é desclassificado se perder. 

Marrocos e Croácia não podem garantir nem a classificação nem a desclassificação antecipada ainda nesta segunda rodada.

Grupo G

Camarões x Sérvia (28 de novembro, 7h de Brasília) Brasil x Suíça  (28 de novembro, 13h de Brasília) 

A Sérvia será desclassificada se perder, desde que o Brasil não vença a Suíça.

O Brasil se classifica para as oitavas se vencer, desde que Camarões não vença a Sérvia.

Camarões será desclassificado se perder, desde que a Suíça não vença o Brasil.

A Suíça se classifica se vencer, desde que a Sérvia não vença Camarões.

Grupo H

Coreia do Sul x Gana  (28 de novembro, 10h de Brasília) Portugal x Urugua i  (28 de novembro, 16h de Brasília)

Portugal passa para as oitavas em caso de vitória.

Gana será desclassificada se perder.

Uruguai e Coreia do Sul não podem garantir nem a classificação nem a desclassificação antecipada ainda nesta segunda rodada. 

E agora veja a situação dos grupos que já fecharam a segunda rodada

Grupo A

Holanda x Catar  (29 de novembro, 12h de Brasília)  Equador x Senegal  (29 de novembro, 12h de Brasília) 

Holanda e Equador, os dois vencedores da chave, só precisam de um empate na terceira rodada para avançar às oitavas de final. Ambos também podem se classificar mesmo com derrota, desde que o outro líder do grupo vença seu compromisso. Por isso, os holandeses torcem pelos equatorianos e vice-versa.

O Senegal também depende das suas forças para se classificar. Se ganhar no confronto direto contra o Equador, fica com a vaga. Caso empate, ainda poderá seguir em frente, mas desde que o já eliminado Qatar conseguiu vencer a Holanda.

Grupo B

País de Gales x Inglaterra  (29 de novembro, 16h de Brasília) Irã x EUA  (29 de novembro, 16h de Brasília) 

A Inglaterra perdeu a chance de garantir a classificação antecipada, mas continua em situação muito confortável. Ela só poderá ser eliminada já na fase de grupos caso seja derrotada pelo País de Gales por pelo menos quatro gols de diferença.

Para terem alguma chance de avançar às oitavas, os gales precisam necessariamente derrotar Harry Kane e cia. Se golearem com vantagem de quatro gols, com certeza terão da vaga. Se a vitória for menor, terão de torcer por um empate entre Irã e Estados Unidos.

Esse jogo, aliás, é um confronto direto pela classificação. Quem ganhar, continua no Mundial. E, quem for derrotado, volta para casa. O empate só é bom para os iranianos, desde que Gales não vença os ingleses ou aplique uma goleada histórica por sete gols de diferença.

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Copa do Mundo

Espanha conquista bicampeonato mundial e frustra sonho argentino

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Após 16 anos de espera, a Espanha voltou a erguer a taça de campeã do mundo. Neste domingo, a Fúria derrotou a Argentina por 1 a 0, na grande final da Copa do Mundo de 2026, disputada no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos. O gol do título saiu dos pés de Ferrán Torres, já no segundo tempo da prorrogação, coroando uma partida em que os europeus dominaram de ponta a ponta.

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O triunfo espanhol guardou semelhanças impressionantes com a primeira conquista mundial do país, em 2010. Assim como naquela ocasião, quando Andrés Iniesta, então jogador do Barcelona, decidiu a final contra a Holanda na prorrogação, desta vez foi um atleta do mesmo clube — Ferrán Torres — quem apareceu no momento decisivo para balançar as redes e garantir o bicampeonato.

A Argentina, por sua vez, perdeu a oportunidade de levantar a taça pela quarta vez e de se juntar a Itália e Brasil como as únicas seleções bicampeãs consecutivas do torneio. Os sul-americanos, que haviam vencido em 1978, 1986 e 2022, não conseguiram repetir o feito.

O jogo

O início da partida foi movimentado. Aos quatro minutos, Lamine Yamal trocou passes com Dani Olmo na entrada da área e arriscou com a perna esquerda. A bola desviou em Lisandro Martínez, mas Dibu Martinez reagiu bem e evitou o gol. A Argentina respondeu imediatamente, com Julián Álvarez roubando a bola no meio e servindo Messi nas costas da zaga. O goleiro Unai Simón, no entanto, saiu rápido e cortou o lance.

A partir desse momento, o jogo perdeu intensidade. A Espanha controlou a posse de bola e só voltou a ameaçar aos 37 minutos, quando Oyarzabal recebeu na entrada da área e bateu rasteiro, parando em Dibu Martinez. Cinco minutos depois, Cucurella tentou de longe e também levou perigo. A Argentina, por sua vez, encerrou o primeiro tempo sem nenhuma finalização a gol, demonstrando dificuldade para escapar da marcação espanhola.

Na segunda etapa, a Fúria manteve a postura ofensiva. Com menos de um minuto, Baena avançou pela esquerda e bateu colocado, mas o goleiro argentino agarrou. Aos 18 e aos 21, Dani Olmo e Ferrán Torres obrigaram Dibu Martinez a trabalhar novamente. Aos 31, Pedri carregou a bola e finalizou em cima do arqueiro. Na sequência, Cubarsí arriscou de fora da área e parou em mais uma defesa.

O cenário se complicou ainda mais para a Argentina aos 47 minutos, quando Enzo Fernández cometeu falta dura em Cubarsí, recebeu o segundo amarelo e foi expulso. Com um jogador a mais, a Espanha quase definiu o jogo aos 52, em cobrança de falta de Lamine Yamal, mas Dibu Martinez espalmou e enviou a partida para a prorrogação.

No primeiro tempo da prorrogação, o domínio espanhol continuou. Aos dois minutos, Pedri cruzou para Nico Williams, que cabeceou para grande defesa de Dibu Martinez. Aos cinco, Williams chegou a balançar as redes, mas o gol foi anulado por falta de Merino em Otamendi. Aos 12, o próprio Merino cabeceou para o chão e viu a bola raspar na trave.

O gol tantas vezes buscado finalmente saiu no primeiro minuto do segundo tempo da prorrogação. Pedro Porro avançou pela direita e cruzou na segunda trave. Nico Williams desviou de cabeça para o meio da área, e Ferrán Torres chegou chutando forte com a perna esquerda, sem chances para o goleiro argentino. O atacante ainda fez o segundo aos sete minutos, mas o lance foi invalidado por impedimento.

A Argentina tentou reagir nos minutos finais. Aos 14, Messi tocou para Simeone, que cruzou rasteiro pela direita. Tagliafico chegou para empurrar, mas a zaga espanhola afastou. Na sequência, Messi cobrou escanteio, a bola sobrou com Simeone, que finalizou por cima do gol.

Para Lionel Messi, a que pode ter sido sua última Copa do Mundo terminou de forma amarga. Marcado de perto pela defesa espanhola, o camisa 10 teve atuação discreta e não conseguiu ultrapassar Kylian Mbappé como maior artilheiro da história da competição. O argentino encerrou o torneio com 21 gols, um a menos que os 22 do francês.

Com 19 finalizações ao longo da partida, a Espanha construiu um desempenho que refletiu a superioridade demonstrada desde o apito inicial. A expulsão de Enzo Fernández no fim do tempo regulamentar acabou sendo o detalhe que abriu caminho para o gol decisivo, mas o controle espanhol já era evidente muito antes.

FICHA TÉCNICA
Placar

Espanha 1 X 0 Argentina

Competição Copa do Mundo — final
Data 19 de julho de 2026, domingo
Horário 16h, de Brasília
Local MetLife Stadium, Nova Jersey, Estados Unidos
Público 80.663 torcedores
GOL E CARTÕES
Gol Ferrán Torres, aos 1 minuto do segundo tempo da prorrogação
Cartões amarelos Nenhum Lisandro Martínez, Paredes, Enzo Fernández, Lionel Scaloni e Mac Allister
Cartão vermelho Nenhum Enzo Fernández
ARBITRAGEM
Árbitro Slavko Vincic (ESL)
Assistentes Tomaz Klancnik (ESL) e Andraz Kovacic (ESL)
VAR Bastian Dankert (ALE)
ESCALAÇÕES

ESPANHA

ARGENTINA

SELEÇÕES Unai Simón; Pedro Porro, Cubarsí, Laporte (Eric García) e Cucurella; Rodri (Zubimendi), Fabián Ruiz (Pedri) e Dani Olmo (Merino); Lamine Yamal, Álex Baena (Nico Williams) e Oyarzabal (Ferrán Torres). Dibu Martínez; Montiel (Molina), Cuti Romero (Medina), Lisandro Martínez (Otamendi) e Tagliafico; Enzo Fernández, Mac Allister, De Paul (Simeone) e Messi; Nico González (Paredes) e Julián Álvarez (Senesi).
Técnicos Luis de la Fuente Lionel Scaloni
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