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TIMES DA SÉRIE A

BRASILEIRÃO 2025

Copa do Mundo

Mbappé brilha, quebra recordes e comanda vitória da França na estreia da Copa

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A França iniciou sua caminhada no Grupo I da Copa do Mundo com o pé direito. Em partida realizada nesta terça-feira, no MetLife Stadium, em Nova Jersey, os atuais vice-campeões mundiais derrotaram Senegal por 3 a 1. O grande protagonista da tarde foi Kylian Mbappé, que balançou as redes duas vezes e alcançou marcas históricas no futebol mundial.

Com o resultado, os franceses assumem a liderança isolada da chave com três pontos, enquanto os senegaleses amargam a lanterna momentânea. O grupo ainda conta com Iraque e Noruega, que duelam ainda hoje em Foxborough para fechar a primeira rodada.

Tarde de recordes para o capitão

Para Mbappé, o jogo teve um sabor especial de imortalidade. Ao anotar dois tentos, o camisa 10 chegou a 14 gols em Copas do Mundo, ultrapassando as marcas de Pelé (12) e Lionel Messi (13). Além disso, o atacante tornou-se o maior artilheiro da história da seleção francesa com 58 gols, superando os 57 de Olivier Giroud.

O jogo: sustos e domínio

O primeiro tempo foi marcado pelo equilíbrio e pelo forte combate físico. Senegal assustou primeiro aos 25 minutos, quando Nicolas Jackson superou a marcação e carimbou a trave de Maignan. Antes do intervalo, Ismaila Sarr ainda desperdiçou uma chance clara dentro da pequena área, mandando a bola por cima do travessão.

Na segunda etapa, a França voltou com outra postura e passou a encurralar o adversário. Aos 20 minutos, o placar foi finalmente aberto: Michael Olise serviu Mbappé, que invadiu a área e finalizou com precisão, sem chances para o goleiro Mendy.

Aos 37, a vantagem foi ampliada após passe em profundidade de Rabiot para Barcola, que tocou na saída do arqueiro senegalês para fazer 2 a 0. Já nos acréscimos, o jogo ganhou contornos dramáticos quando Ibrahim Mbaye descontou para Senegal aos 50 minutos. No entanto, a reação parou por ali. Apenas um minuto depois, Mbappé recebeu na intermediária e acertou um chute raro no ângulo, selando o placar final e garantindo a festa europeia nos Estados Unidos.

Próximos jogos | 2ª Rodada do Grupo I

França x Iraque
Competição: Copa do Mundo
Data: 22 de junho de 2026 (sábado)
Horário: 18h (de Brasília)
Local: Lincoln Financial Field, Philadelphia (EUA)

Noruega x Senegal
Competição: Copa do Mundo
Data: 22 de junho de 2026 (sábado)
Horário: 16h (de Brasília)
Local: BMO Field, Toronto (CAN)

FICHA TÉCNCIA
Placar Final

França 3 x 1 Senegal

Competição Copa do Mundo – Rodada 1 (Grupo I)
Local MetLife Stadium, Nova York (EUA)
Data e Horário 16 de junho de 2026, às 16h (de Brasília)
Gols (França) Kylian Mbappé (20′ 2ºT e 51′ 2ºT), Bradley Barcola (37′ 2ºT)
Gols (Senegal) Ibrahim Mbaye (50′ 2ºT)
Cartões Nenhum (Amarelos ou Vermelhos)
França Maignan; Koundé, Upamecano, Saliba, Théo Hernández; Tchouaméni, Rabiot, Olise, Dembélé (Barcola), Doué (Cherki); Mbappé. Técnico: Luís Enrique.
Senegal Mendy; Diatta, Koulibaly, Niakhaté, Diouf; Gana Gueye (Ciss), Pape Gueye (Ndiaye), Sarr (Mbaye), Camara (Diarra), Mané; Nicolas Jackson (Dieng). Técnico: Pape Thiaw.
Arbitragem Alireza Faghani (Árbitro), George Lakrindis e Andrew Lindsay (Assistentes), Abdullah Al-Shehri (VAR).
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Copa do Mundo

Espanha conquista bicampeonato mundial e frustra sonho argentino

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Após 16 anos de espera, a Espanha voltou a erguer a taça de campeã do mundo. Neste domingo, a Fúria derrotou a Argentina por 1 a 0, na grande final da Copa do Mundo de 2026, disputada no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos. O gol do título saiu dos pés de Ferrán Torres, já no segundo tempo da prorrogação, coroando uma partida em que os europeus dominaram de ponta a ponta.

Screenshot

O triunfo espanhol guardou semelhanças impressionantes com a primeira conquista mundial do país, em 2010. Assim como naquela ocasião, quando Andrés Iniesta, então jogador do Barcelona, decidiu a final contra a Holanda na prorrogação, desta vez foi um atleta do mesmo clube — Ferrán Torres — quem apareceu no momento decisivo para balançar as redes e garantir o bicampeonato.

A Argentina, por sua vez, perdeu a oportunidade de levantar a taça pela quarta vez e de se juntar a Itália e Brasil como as únicas seleções bicampeãs consecutivas do torneio. Os sul-americanos, que haviam vencido em 1978, 1986 e 2022, não conseguiram repetir o feito.

O jogo

O início da partida foi movimentado. Aos quatro minutos, Lamine Yamal trocou passes com Dani Olmo na entrada da área e arriscou com a perna esquerda. A bola desviou em Lisandro Martínez, mas Dibu Martinez reagiu bem e evitou o gol. A Argentina respondeu imediatamente, com Julián Álvarez roubando a bola no meio e servindo Messi nas costas da zaga. O goleiro Unai Simón, no entanto, saiu rápido e cortou o lance.

A partir desse momento, o jogo perdeu intensidade. A Espanha controlou a posse de bola e só voltou a ameaçar aos 37 minutos, quando Oyarzabal recebeu na entrada da área e bateu rasteiro, parando em Dibu Martinez. Cinco minutos depois, Cucurella tentou de longe e também levou perigo. A Argentina, por sua vez, encerrou o primeiro tempo sem nenhuma finalização a gol, demonstrando dificuldade para escapar da marcação espanhola.

Na segunda etapa, a Fúria manteve a postura ofensiva. Com menos de um minuto, Baena avançou pela esquerda e bateu colocado, mas o goleiro argentino agarrou. Aos 18 e aos 21, Dani Olmo e Ferrán Torres obrigaram Dibu Martinez a trabalhar novamente. Aos 31, Pedri carregou a bola e finalizou em cima do arqueiro. Na sequência, Cubarsí arriscou de fora da área e parou em mais uma defesa.

O cenário se complicou ainda mais para a Argentina aos 47 minutos, quando Enzo Fernández cometeu falta dura em Cubarsí, recebeu o segundo amarelo e foi expulso. Com um jogador a mais, a Espanha quase definiu o jogo aos 52, em cobrança de falta de Lamine Yamal, mas Dibu Martinez espalmou e enviou a partida para a prorrogação.

No primeiro tempo da prorrogação, o domínio espanhol continuou. Aos dois minutos, Pedri cruzou para Nico Williams, que cabeceou para grande defesa de Dibu Martinez. Aos cinco, Williams chegou a balançar as redes, mas o gol foi anulado por falta de Merino em Otamendi. Aos 12, o próprio Merino cabeceou para o chão e viu a bola raspar na trave.

O gol tantas vezes buscado finalmente saiu no primeiro minuto do segundo tempo da prorrogação. Pedro Porro avançou pela direita e cruzou na segunda trave. Nico Williams desviou de cabeça para o meio da área, e Ferrán Torres chegou chutando forte com a perna esquerda, sem chances para o goleiro argentino. O atacante ainda fez o segundo aos sete minutos, mas o lance foi invalidado por impedimento.

A Argentina tentou reagir nos minutos finais. Aos 14, Messi tocou para Simeone, que cruzou rasteiro pela direita. Tagliafico chegou para empurrar, mas a zaga espanhola afastou. Na sequência, Messi cobrou escanteio, a bola sobrou com Simeone, que finalizou por cima do gol.

Para Lionel Messi, a que pode ter sido sua última Copa do Mundo terminou de forma amarga. Marcado de perto pela defesa espanhola, o camisa 10 teve atuação discreta e não conseguiu ultrapassar Kylian Mbappé como maior artilheiro da história da competição. O argentino encerrou o torneio com 21 gols, um a menos que os 22 do francês.

Com 19 finalizações ao longo da partida, a Espanha construiu um desempenho que refletiu a superioridade demonstrada desde o apito inicial. A expulsão de Enzo Fernández no fim do tempo regulamentar acabou sendo o detalhe que abriu caminho para o gol decisivo, mas o controle espanhol já era evidente muito antes.

FICHA TÉCNICA
Placar

Espanha 1 X 0 Argentina

Competição Copa do Mundo — final
Data 19 de julho de 2026, domingo
Horário 16h, de Brasília
Local MetLife Stadium, Nova Jersey, Estados Unidos
Público 80.663 torcedores
GOL E CARTÕES
Gol Ferrán Torres, aos 1 minuto do segundo tempo da prorrogação
Cartões amarelos Nenhum Lisandro Martínez, Paredes, Enzo Fernández, Lionel Scaloni e Mac Allister
Cartão vermelho Nenhum Enzo Fernández
ARBITRAGEM
Árbitro Slavko Vincic (ESL)
Assistentes Tomaz Klancnik (ESL) e Andraz Kovacic (ESL)
VAR Bastian Dankert (ALE)
ESCALAÇÕES

ESPANHA

ARGENTINA

SELEÇÕES Unai Simón; Pedro Porro, Cubarsí, Laporte (Eric García) e Cucurella; Rodri (Zubimendi), Fabián Ruiz (Pedri) e Dani Olmo (Merino); Lamine Yamal, Álex Baena (Nico Williams) e Oyarzabal (Ferrán Torres). Dibu Martínez; Montiel (Molina), Cuti Romero (Medina), Lisandro Martínez (Otamendi) e Tagliafico; Enzo Fernández, Mac Allister, De Paul (Simeone) e Messi; Nico González (Paredes) e Julián Álvarez (Senesi).
Técnicos Luis de la Fuente Lionel Scaloni
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