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BRASILEIRÃO 2025

Copa do Mundo

Nos pênaltis, Argentina bate a Holanda e fará semifinal dos últimos vice-campeões mundiais

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O primeiro finalista da Copa do Mundo FIFA Qatar-2022 sairá do confronto entre as duas últimas vice-campeãs mundiais.

Depois de a Croácia, derrotada pela França na decisão da Rússia-2018, bater o Brasil na disputa de pênaltis após empate por 1 a 1 em 120 minutos de futebol, a Argentina, que perdeu para a Alemanha no jogo do título de 2014, garantiu sua vaga nas semifinais ao fazer 2 a 1 sobre a Holanda.

A partida teve contornos dramáticos. A Argentina abriu dois gols de vantagem (um marcado por Nahuel Molina, após passe estupendo de Lionel Messi, e outro em pênalti convertido pelo camisa 10), mas acabou cedendo o empate no último minuto do tempo normal, em uma jogada ensaiada magistral executada pelos holandeses .

Na prorrogação, teve inúmeras chances de marcar, mas parou na barriga do zagueiro Virgil van Dijk, nas mãos do goleiro Andries Noppert e na trave. Sua sorte foi que, na hora dos pênaltis, brilhou a estrela de Emiliano Martínez. O goleiro argentino defendeu duas cobranças e foi o herói da classificação.

No quinto Mundial de sua carreira, Messi irá disputar sua segunda semifinal da competição de futebol mais importante do planeta (a primeira foi justamente oito anos atrás). Já a Argentina terminará a Copa entre as quatro melhores equipes do planeta pela sexta vez (foi campeã em 1978 e 1986 e vice em 1930, 1990 e 2014).

Croatas e argentinos irão duelar na terça-feira, em Lusail, por uma vaga na decisão do Qatar-2022. Os outros semifinalistas do torneio serão conhecidos neste sábado, após os confrontos Marrocos x Portugal e Inglaterra x França.

Momento-chave

Um dos momentos mais mágicos do Qatar-2022 aconteceu no minuto final do tempo normal. A Argentina vencia por 2 a 1, e a Holanda descolou uma falta na meia-lua. Quando todos imaginavam que Teun Koopmeiners arriscaria o chute direto (o que praticamente qualquer um nessa situação), o meia simplesmente rolou a bola para o meio da área e encontrou Weghorst em condições de bater a gol e levar uma disputa para a prorrogação. Uma jogada ensaiada com o selo Louis van Gaal de qualidade.

Número

A partida de hoje foi a 24ª da carreira de Messi em Mundiais. Ao entrar em campo contra a Holanda, o craque do Paris Saint-Germain se tornou o segundo jogador que mais desempenhou na história da competição. Se não sofrer nenhum problema físico nos próximos dias, ele irá igualar o recorde do alemão Lothar Matthäus na semifinal contra a Croácia.

craque do jogo

Pela quarta vez na Copa-2022, a Argentina saiu de campo com a vitória. E, como em todas as oportunidades anteriores, o BUDWEISER PLAYER OF THE MATCH foi para as mãos de Messi . Contra a Holanda, o camisa 10 teve uma atuação passada. Deu uma assistência magistral, fez um gol no tempo e ainda converteu sua cobrança na disputa de pênaltis.

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Copa do Mundo

Espanha conquista bicampeonato mundial e frustra sonho argentino

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Após 16 anos de espera, a Espanha voltou a erguer a taça de campeã do mundo. Neste domingo, a Fúria derrotou a Argentina por 1 a 0, na grande final da Copa do Mundo de 2026, disputada no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos. O gol do título saiu dos pés de Ferrán Torres, já no segundo tempo da prorrogação, coroando uma partida em que os europeus dominaram de ponta a ponta.

Screenshot

O triunfo espanhol guardou semelhanças impressionantes com a primeira conquista mundial do país, em 2010. Assim como naquela ocasião, quando Andrés Iniesta, então jogador do Barcelona, decidiu a final contra a Holanda na prorrogação, desta vez foi um atleta do mesmo clube — Ferrán Torres — quem apareceu no momento decisivo para balançar as redes e garantir o bicampeonato.

A Argentina, por sua vez, perdeu a oportunidade de levantar a taça pela quarta vez e de se juntar a Itália e Brasil como as únicas seleções bicampeãs consecutivas do torneio. Os sul-americanos, que haviam vencido em 1978, 1986 e 2022, não conseguiram repetir o feito.

O jogo

O início da partida foi movimentado. Aos quatro minutos, Lamine Yamal trocou passes com Dani Olmo na entrada da área e arriscou com a perna esquerda. A bola desviou em Lisandro Martínez, mas Dibu Martinez reagiu bem e evitou o gol. A Argentina respondeu imediatamente, com Julián Álvarez roubando a bola no meio e servindo Messi nas costas da zaga. O goleiro Unai Simón, no entanto, saiu rápido e cortou o lance.

A partir desse momento, o jogo perdeu intensidade. A Espanha controlou a posse de bola e só voltou a ameaçar aos 37 minutos, quando Oyarzabal recebeu na entrada da área e bateu rasteiro, parando em Dibu Martinez. Cinco minutos depois, Cucurella tentou de longe e também levou perigo. A Argentina, por sua vez, encerrou o primeiro tempo sem nenhuma finalização a gol, demonstrando dificuldade para escapar da marcação espanhola.

Na segunda etapa, a Fúria manteve a postura ofensiva. Com menos de um minuto, Baena avançou pela esquerda e bateu colocado, mas o goleiro argentino agarrou. Aos 18 e aos 21, Dani Olmo e Ferrán Torres obrigaram Dibu Martinez a trabalhar novamente. Aos 31, Pedri carregou a bola e finalizou em cima do arqueiro. Na sequência, Cubarsí arriscou de fora da área e parou em mais uma defesa.

O cenário se complicou ainda mais para a Argentina aos 47 minutos, quando Enzo Fernández cometeu falta dura em Cubarsí, recebeu o segundo amarelo e foi expulso. Com um jogador a mais, a Espanha quase definiu o jogo aos 52, em cobrança de falta de Lamine Yamal, mas Dibu Martinez espalmou e enviou a partida para a prorrogação.

No primeiro tempo da prorrogação, o domínio espanhol continuou. Aos dois minutos, Pedri cruzou para Nico Williams, que cabeceou para grande defesa de Dibu Martinez. Aos cinco, Williams chegou a balançar as redes, mas o gol foi anulado por falta de Merino em Otamendi. Aos 12, o próprio Merino cabeceou para o chão e viu a bola raspar na trave.

O gol tantas vezes buscado finalmente saiu no primeiro minuto do segundo tempo da prorrogação. Pedro Porro avançou pela direita e cruzou na segunda trave. Nico Williams desviou de cabeça para o meio da área, e Ferrán Torres chegou chutando forte com a perna esquerda, sem chances para o goleiro argentino. O atacante ainda fez o segundo aos sete minutos, mas o lance foi invalidado por impedimento.

A Argentina tentou reagir nos minutos finais. Aos 14, Messi tocou para Simeone, que cruzou rasteiro pela direita. Tagliafico chegou para empurrar, mas a zaga espanhola afastou. Na sequência, Messi cobrou escanteio, a bola sobrou com Simeone, que finalizou por cima do gol.

Para Lionel Messi, a que pode ter sido sua última Copa do Mundo terminou de forma amarga. Marcado de perto pela defesa espanhola, o camisa 10 teve atuação discreta e não conseguiu ultrapassar Kylian Mbappé como maior artilheiro da história da competição. O argentino encerrou o torneio com 21 gols, um a menos que os 22 do francês.

Com 19 finalizações ao longo da partida, a Espanha construiu um desempenho que refletiu a superioridade demonstrada desde o apito inicial. A expulsão de Enzo Fernández no fim do tempo regulamentar acabou sendo o detalhe que abriu caminho para o gol decisivo, mas o controle espanhol já era evidente muito antes.

FICHA TÉCNICA
Placar

Espanha 1 X 0 Argentina

Competição Copa do Mundo — final
Data 19 de julho de 2026, domingo
Horário 16h, de Brasília
Local MetLife Stadium, Nova Jersey, Estados Unidos
Público 80.663 torcedores
GOL E CARTÕES
Gol Ferrán Torres, aos 1 minuto do segundo tempo da prorrogação
Cartões amarelos Nenhum Lisandro Martínez, Paredes, Enzo Fernández, Lionel Scaloni e Mac Allister
Cartão vermelho Nenhum Enzo Fernández
ARBITRAGEM
Árbitro Slavko Vincic (ESL)
Assistentes Tomaz Klancnik (ESL) e Andraz Kovacic (ESL)
VAR Bastian Dankert (ALE)
ESCALAÇÕES

ESPANHA

ARGENTINA

SELEÇÕES Unai Simón; Pedro Porro, Cubarsí, Laporte (Eric García) e Cucurella; Rodri (Zubimendi), Fabián Ruiz (Pedri) e Dani Olmo (Merino); Lamine Yamal, Álex Baena (Nico Williams) e Oyarzabal (Ferrán Torres). Dibu Martínez; Montiel (Molina), Cuti Romero (Medina), Lisandro Martínez (Otamendi) e Tagliafico; Enzo Fernández, Mac Allister, De Paul (Simeone) e Messi; Nico González (Paredes) e Julián Álvarez (Senesi).
Técnicos Luis de la Fuente Lionel Scaloni
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