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Eternizado na história do clube, Hernanes se despede do Tricolor

Profeta encerra a passagem pelo São Paulo com 330 jogos e as conquistas do Brasileirão e do Paulistão

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Ídolo e eternizado na história do clube, Hernanes se despede do São Paulo com as conquistas do Campeonato Brasileiro (2007 e 2008), do Paulistão (2021) e a certeza de que está no coração do torcedor são-paulino.

Neste sábado (17), o meio-campista de 36 anos e a diretoria acertaram a rescisão de contrato, que era válido até o final da temporada.

Anderson Hernanes de Carvalho Viana Lima encerra a sua quarta passagem no Tricolor com 330 jogos, 56 gols, inúmeros momentos de protagonismo e amor pela camisa são-paulina.

O Profeta é ídolo incontestável da instituição – como destacado em seu retorno ao clube em 2019 – e representa as crias das categorias de base que sempre sonharam com títulos e protagonismo no time principal.

ANDERSON HERNANES DE CARVALHO VIANA LIMA, O PROFETA

Natural de Recife, capital de Pernambuco, Hernanes chegou ao São Paulo com 15 anos de idade para fazer testes, foi aprovado e rapidamente viu seu sonho de vestir a camisa tricolor se tornar realidade. Após crescer nas categorias de base são-paulinas e receber algumas chances entre os profissionais, o meio-campista foi emprestado para o Santo André para pegar experiência. E conseguiu.

Após o período no time do ABC, Hernanes voltou ao São Paulo para se tornar ídolo, vencendo dois Campeonatos Brasileiros (2007 e 2008) e alcançando inúmeros prêmios individuais – ganhou o prêmio de craque do Brasileirão 2008. Construiu sua trajetória no clube com conquistas, grandes atuações e momentos que estão vivos na memória da torcida são-paulina.

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Ainda em 2008, foi convocado para defender o Brasil na Olimpíada de Pequim, na China, faturando a medalha de bronze. As ótimas exibições de Hernanes despertaram o interesse do futebol europeu. Após se despedir do Tricolor em 2010, o meio-campista teve uma trajetória respeitável na Itália e defendeu três clubes tradicionais: Lazio, Internazionale de Milão e Juventus.

Pela Lazio, conquistou a Copa da Itália na temporada 2012/13, tornou-se ídolo e um dos atletas mais valorizados do futebol italiano. A boa fase o credenciou a defender a Seleção Brasileira na Copa das Confederações de 2013, conquistando o título da competição em cima da Espanha, no Maracanã lotado. Em alta na Europa, o Profeta foi chamado novamente para vestir a camisa amarelinha, na Copa do Mundo de 2014, no Brasil.

Após deixar a Lazio idolatrado pela torcida, Hernanes seguiu para a Internazionale de Milão antes de triunfar novamente em território italiano: desta vez pela Juventus. No clube de Turim, participou das campanhas vencedoras do Campeonato Italiano e da Copa da Itália.

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No início de 2017, transferiu-se para o Hebei Fortune, da China. Após seis meses, Hernanes optou por voltar ao Tricolor, por empréstimo, em julho daquele ano. O tempo foi suficiente para o Profeta aumentar ainda mais sua idolatria com a torcida são-paulina. Hernanes foi decisivo na reviravolta do Tricolor no Campeonato Brasileiro de 2017, tendo disputado 19 jogos, com nove gols e três assistências.

Após liderar a reação do São Paulo, o camisa 15 retornou para o futebol chinês no início de 2018. A distância e a saudade, porém, duraram apenas uma temporada: em 2019, o meio-campista voltou ao Tricolor para escrever a sua quarta passagem no time são-paulino.

A conquista do Campeonato Paulista de 2021 coroou a mescla do elenco de Hernán Crespo, que contou com líderes e referências como Dani Alves, Miranda e Hernanes, e os jovens de Cotia. O Profeta se despede do clube com 300 jogos, 56 gols, três títulos e a certeza de que sempre será um ídolo tricolor.

fonte: http://www.saopaulofc.net/noticias/noticias/futebol/2021/7/17/eternizado-na-historia-do-clube,-hernanes-se-despede-do-tricolor

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São Paulo ganha do Ceará nos pênaltis e vai à semifinal da Sul-Americana

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O São Paulo eliminou o Ceará nos pênaltis, na noite desta quarta-feira (10.08), e avançou à semifinal da Copa Sul-Americana. 

No tempo normal, o Ceará até venceu por 2 a 1, sem maiores dificuldades. Na primeira leva de penalidades, empate em 3 a 3. 

Já nas cobranças alternadas, Fernando Sobral chutou para fora e Patrick garantiu a classificação tricolor por 4 a 3. 

Agora, o time de Rogério Ceni encara o Atlético-GO, que eliminou o Nacional-URU. 

Embalado pela torcida, que compareceu em peso à Arena Castelão, o Ceará mostrou desde o início que pressionaria bastante o rival. 

Os pênaltis 

As penalidades começaram com esperança para o São Paulo, visto que Guilherme Castilho perdeu a primeira cobrança, defendida por Felipe Alves. Calleri colocou o Tricolor na frente, mas a vantagem foi perdida depois que Victor Luis marcou para o Ceará e Igor Vinícius acertou a trave. 

Depois disso, Luciano e Diego Costa marcaram para o time paulista, e Matheus Peixoto e Erick igualaram. 

Na última cobrança, Vina errou e Igor Gomes poderia dar a classificação para o São Paulo, mas também desperdiçou. 

Na série de penalidades alternadas, Fernando Sobral mandou para fora e Patrick marcou o gol da classificação do São Paulo. 

  São Paulo ganha do Ceará nos pênaltis e vai à semifinal da Sul-Americana

FICHA TÉCNICA: CEARÁ 2 (3) x (4) 1 SÃO PAULO 

Competição: Copa Sul-Americana, volta das quartas de final 

Data e hora: 10 de agosto de 2022 (quarta-feira), às 19h15 (de Brasília) Local: Arena Castelão, em Fortaleza (CE) 

Árbitro: Fernando Rapallini (ARG) 

Assistentes: Juan Belatti e Gabriel Chade (ambos da ARG) 

VAR: Nicolas Gallo (COL) 

Cartões amarelos: Igor Vinícius, Miranda, Galoppo e Calleri (São Paulo); Richardson, Victor Luís e Vina (Ceará) 

Gol: Mendoza, aos 44 minutos do primeiro tempo e Guilherme Castilho, aos 18 minutos do segundo tempo (Ceará); Igor Vinícius, aos 10 minutos do segundo tempo (São Paulo). 

CEARÁ: João Ricardo; Michel Macedo (Buiú), Messias, Luiz Otávio e Victor Luís; Richardson (Erick) e Guilherme Castilho; Lima (Fernando Sobral), Vina e Mendoza (Iury Castilho); Zé Roberto (Matheus Peixoto). Técnico: Marquinhos Santos 

SÃO PAULO: Felipe Alves; Diego Costa, Miranda e Léo; Igor Vinicius, Pablo Maia (Gabriel Neves), Igor Gomes, Galoppo (Rodrigo Nestor) e Reinaldo (Welington, depois Patrick); Nikão (Luciano) e Calleri. Técnico: Rogério Ceni.

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