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São Paulo perde para Athletico e se despede do Brasileiro Sub-20 nas quartas de final

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Após empatar a primeira partida em 1 a 1, em Cotia, o São Paulo viajou para Curitiba para enfrentar novamente o Athletico Paranaense e buscar uma vaga nas semifinais do Campeonato Brasileiro Sub-20. Em jogo bastante brigada, de muita marcação e intensidade, o time da casa abriu o placar no primeiro tempo e segurou a vantagem até o final, eliminando o Tricolor.

Com gol de Vitinho, o Tricolor ficou com igualdade no placar na primeira partida das quartas de final. Sem gols qualificados na competição, uma vitória simples ou por qualquer placar colocaria o São Paulo na próxima fase do torneio, um ainda, se houvesse um novo empate, a decisão ficaria para os pênaltis.

Sem poder contar com Marcos Jr, que estava suspenso pelo terceiro cartão amarelo, o técnico Orlando Ribeiro pouco mexeu na equipe em relação ao primeiro jogo. Mesmo tendo a volta de Matheus, que estava suspenso, o treinador optou por iniciar com Beraldo, que entrou no segundo tempo do jogo em Cotia e fez ótima partida. Com isso, o São Paulo foi a campo com Young, Sena, Beraldo, Luizão e Welington; Patryck, Pablo, Antônio Falcão; Talles Costa, Kevin e Galeano.

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A partida começou com muita cautela dos dois lados, com ambos os times não querendo se expor na defesa, mas com mais tentativas de ataque do Athletico. Depois de duas boas defesas do goleiro são-paulino, aos 26 minutos, Young não teve a mesma “sorte”. A bola sobrou para João Pedro, que abriu o placar para o time da casa. Logo em seguida, Orlando Ribeiro teve de fazer sua primeira substituição na partida, tirando Sena e colocando Nathan.

Nos cinco minutos finais da primeira etapa, o Tricolor teve duas ótimas chances. Uma de cabeça, com Galeano, que foi parada pelo árbitro, que viu falta no lance, e uma finalização de primeira de Patryck, após cruzamento de Galeano, mas a bola saiu rente a trave. No segundo tempo, desde o primeiro lance, a postura do São Paulo era de “tudo ou nada” no ataque, e assim fez, foi para cima do adversário.

Em duelo mais truncado, mais faltoso, o time de Cotia tentava buscar alternativas pelas beiradas. Patryck e Kevin deixaram o jogo para que Pedrinho e Juan criassem novidades na partida e mantivessem a intensidade no ataque, porém, com mais efetividade. Nas três últimas substituições, Danilo Mendes, Vitinho e Marquinhos entraram nas vagas de Luizão, Pablo e Talles Costa, respectivamente.

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As oportunidades apareceram, porém, sem êxito, terminando o duelo com 1 a 0 para o Athletico, que avançou para as semifinais, enquanto o Tricolor deixa a competição.

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Para a final e para a história!

furacão ganha de 3 x 0 do flamengo

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Comemora, torcida athleticana. Mas comemora pra valer!

Acabamos de viver uma página imortal da história do Furacão. Foi o Athletico em sua essência, em seu estado mais puro. O time da raça, da camisa vestida com amor, com o sangue forte nas veias. Que não teme a própria morte.

Uma atuação irretocável. Se fechando na defesa, suportando a pressão do Flamengo, matando o jogo no contra-ataque…

Jornada grandiosa de todo o elenco. Mas é impossível não destacar os nomes de Nikão, Santos e José Ivaldo.

Nikão fez dois gols que desnortearam o adversário. Santos, incontáveis defesas magistrais… E o que foi aquela jogada do Zé já no finalzinho do jogo, sacramentando a passagem para grande decisão?

Foi mais que uma classificação. Foi uma vitória para a eternidade. No Maracanã, Flamengo 0, Athletico 3. O nosso Rubro-Negro está mais uma vez na final da Copa do Brasil. E em duas grandes decisões na reta final da temporada.

Nikão se apresentou para uma cobrança perfeita. Forte, no canto direito, longe do alcance de Diego Alves.

Atrás no placar, o Flamengo se atirou ainda mais ao ataque. Mas quando conseguia superar a sólida defesa athleticana, a linha de frente carioca esbarrava em uma muralha que atende pelo nome de Santos.

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Foi assim até o fim dos 45′ minutos e em mais dez de acréscimos. Mas nos instantes finais da primeira etapa, o Furacão voltou a aproveitar o desespero flamenguista. Nikão quase deixou Erick na cara do gol e Terans levou perigo em um chute de fora da área.

Até que aos 52′, o contra-ataque athleticano pegou a defesa adversária desorganizada. A jogada terminou com Kayzer tocando para Nikão, que soltou um chute cruzado que Diego Alves não conseguiu segurar. Era o segundo do Furacão!

Depois do intervalo, a pressão do time da casa continuou. Mas na defesa do arco paranaense estava uma verdadeira majestade. Santos. Sempre Santos.

Com as defesas do gigante da camisa 1 e com a solidez da retaguarda athleticana, o ímpeto carioca arrefeceu. E quando a vitória e a classificação já estava assegurada, ainda apareceu José Ivaldo para colocar finalizar a noite histórica.

Ele recuperou a bola no campo de defesa, partiu para o campo de ataque e tocou para Pedro Rocha. O atacante girou para cima da marcação e rolou de volta para o Zé, que entrou em disparada pelo meio da área e finalizou no cantinho.

A fatura estava definitivamente liquidada, com uma vitória que irá ecoar por muito tempo nas arquibancadas do Maracanã.

Vamos em busca de mais essa taça!

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Ficha técnica: Flamengo 0x3 Athletico Paranaense
Copa do Brasil 2021: Semifinal – Jogo de volta
Data: 27/10/2021 [quarta-feira]
Horário: 21h30
Local: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)

Público pagante: 29.549
Público total: 31.586
Renda: R$ 2.967.490,00

Flamengo: Diego Alves; Isla (Matheuzinho, aos 30′ do 2º tempo), Rodrigo Caio, Léo Pereira e Filipe Luís (Ramon, aos 21′ do 2º tempo); Willian Arão (Vitinho, aos 30′ do 2º tempo), Diego (Michael, no intervalo), Andreas Pereira e Everton Ribeiro (Kenedy, aos 30′ do 2º tempo); Bruno Henrique e Gabriel
Técnico: Renato Gaúcho
Cartões amarelos: Willian Arão e Kenedy

Athletico Paranaense: Santos; Pedro Henrique (José Ivaldo, aos 31′ do 2º tempo), Thiago Heleno e Nico Hernández; Marcinho (Khellven, aos 31′ do 2º), Erick, Léo Cittadini (Fernando Canesin, aos 42′ do 2º tempo) e Abner; Nikão, Renato Kayzer (Christian, aos 23′ do 2º tempo) e David Terans (Pedro Henrique, aos 23′ do 2º tempo)
Técnico: Alberto Valentim
Gols: Nikão, aos 9′ e aos 52′ do primeiro tempo; José Ivaldo, aos 43′ do segundo tempo
Cartão vermelho: Khellven, aos 35′ do segundo tempo
Cartões amarelos: Erick e Renato Kayzer

Fotos: Gustavo Oliveira/athletico.com.br

 

Para a final e para a história!

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