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TIMES DA SÉRIE A

BRASILEIRÃO 2025

Copa do Mundo Feminina

Canadá sofre gol olímpico, mas vira o jogo e elimina Irlanda da Copa

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A Irlanda está eliminada da Copa do Mundo Feminina da FIFA Austrália e Nova Zelândia 2023™. A vitória do Canadá por 2 a 1 nesta quarta-feira (26), em Perth, carimbou o passaporte das irlandesas de volta para casa já na segunda rodada.

O time irlandês se despede do torneio sem pontuar. A seleção canadense, por outro lado, assumiu a liderança do Grupo B de forma temporária, já que a Austrália ainda entrará em campo contra a Nigéria nesta quinta (27) e pode voltar à primeira posição.

Individualmente, o Canadá continua tentando fazer história com Christine Sinclair, que ainda não marcou nesta edição; se conseguir, a veterana se tornou a primeira jogadora da história com gols em seis Copas do Mundo. A brasileira Marta também pode alcançar este feito e, agora, terá uma nova chance antes da canadense.

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Tudo que a Irlanda não podia fazer neste jogo era perder. O país até teve as esperanças alimentadas no comecinho do jogo, aos quatro minutos, quando McCabe fez um gol olímpico que deve ser lembrado para sempre na história da Copa.

No entanto, um balde de água fria – ou cerveja quente – caiu sobre as esperanças da Irlanda no fim do primeiro tempo: a meio-campista canadense cruzou rasteiro e a zagueira Connolly tentou afastar o perigo, mas acabou colocando a bola no próprio gol.

E quis o destino que a virada fosse concretizada pertinho de Connolly e McCabe, que não impedia o domínio de bola de Adriana Leon e a finalização certeira.

As duas adolescentes voltaram a campo pela terceira (e última) rodada da fase de grupos em 31 de julho, às 7h (de Brasília). O Canadá enfrenta a Austrália por uma vaga nas oitavas, e a eliminada Irlanda cumpre tabela contra a Nigéria, que ainda sonha com a classificação.

Numero

Feito aos quatro minutos do primeiro tempo, o gol de McCabe para a Irlanda foi o mais rápido da Copa do Mundo 2023 até o momento.

Melhor jogadora da partida

Katie McCabe (Irlanda)

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Copa do Mundo Feminina

Espanha vence Inglaterra e é campeã da Copa do Mundo Feminina pela 1ª vez

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Para entrar nos livros de história! Em 2023, a Espanha se tornou campeã da Copa do Mundo Feminina da FIFA™ pela primeira vez. A seleção conhecida como La Roja venceu a Inglaterra neste domingo (20 de agosto) por 1 a 0 e teve a honra de levantar o troféu da competição em Sydney, na Austrália.

O título comprova a hegemonia recente da Espanha em diferentes categorias do futebol feminino: a seleção é a atual campeã da Copa do Mundo no sub-17 e no sub-20, além do fato de que o Barcelona – base desta equipe espanhola – conquistou a Liga dos Campeões Feminina da UEFA nas temporadas 2020/2021 e 2022/2023.

Aliás, a Espanha é a terceira nação europeia da história a conquistar a Copa Feminina; as outras duas foram Noruega ( 1995 ) e Alemanha ( 2003 e 2007 ). O resultado quebra um jejum de 16 anos, tempo que as asas da Europa passaram longe do troféu.

Do outro lado, o gosto agridoce de orgulho e tristeza marcará como jogadoras da Inglaterra e a técnica holandesa Sarina Wiegman, que é vice-campeã da Copa do Mundo Feminina pela segunda vez consecutiva . Há quatro anos, em 2019, o treinadora já havia perdido a final no comando da Holanda , diante dos Estados Unidos.

E foi com um jogaço!

Os dois tempos trabalham bem a bola, cada um à sua maneira. A Espanha, por exemplo, segue bem a escola de futebol do país e troca passes com qualidade, em estilo tão vertical (ou mais) quanto o da seleção masculina que foi campeã do mundo em 2010.

A Inglaterra costuma ser eficiente ao seguir em blocos, mas seu jogo depende muito dos erros do adversário. O problema é que isso pouco ocorreu nesta final, e as inglesas ainda esbarraram na boa atuação da goleira Cata Coll.

Quando conseguiu finalizar de maneira quase indefensável para a arqueira espanhola, a Inglaterra teve azar e carimbou o travessão. Para piorar, a marcação da Espanha pressionou no campo de ataque e forçou as Leoas a tentarem ligações diretas – não é o forte de um tempo que costuma fazer a bola passar pelos meio-campistas.

Também havia um grande goleira com a camisa da Inglaterra, mas Mary Earps, que já havia defendido um chute perigoso de Redondo, não conseguiu impedir o gol da Espanha aos 29 minutos. Com a intensidade habitual da La Roja , Mariona Caldentey avançou e tocou para Olga Carmona, que chutou cruzado e rasteiro para marcar, num contragolpe fulminante – justamente uma das principais armas da Inglaterra.

A manifestação de Carmona deixou torcedores do mundo todo intrigados: ela ergueu a camisa da Espanha e mostrou que sua blusa de baixo tinha a palavra “Merchi”, uma homenagem à mãe falecida de uma amiga da jogadora.

E quase houve outra celebração espanhola ainda no primeiro tempo, quando Salma Paralluelo (que estava acostumada a entrar na reta final dos jogos e fazer gols decisivos, mas desta vez foi titular) finalizou com categoria. Mary Earps saltou bem e contorno com uma ajuda providencial de trave à sua esquerda.

Uma sobre esta edição da Copa do Mundo Feminina é o número record de pênaltis assinalados pela arbitragem: foram 27, superando os 26 apitados em 2019. A final seguiu a tendência do restante do torneio e entrou para a estatística.

Afinal, o árbitro foi ao monitor do VAR e constatou toque de mão de Keira Walsh dentro da área. Jenni Hermoso teve em seus pés a chance de ouro de ampliar a vantagem da Espanha e diminuir o sufoco diante das inglesas, mas Mary Earps, gigante, impediu o gol.

Porém, nem a poderosa goleira inglesa, nem a pressão da Inglaterra nos minutos finais conseguiram impedir a Espanha de se tornar campeã da Copa do Mundo Feminina da FIFA pela primeira vez.

Com o título, a Espanha se tornou a segunda seleção da história a vencer a Copa do Mundo da FIFA nas versões masculina e feminina (2010 e 2023, respectivamente). A primeira conquista foi feita na Alemanha, que é tetracampeã no masculino (1954, 1974, 1990 e 2014) e bicampeã no feminino (2003 e 2007).

Melhor jogadora da partida

Olga Carmona (Espanha)

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