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BRASILEIRÃO 2025

Copa do Mundo Feminina

Colômbia vence Alemanha em jogo incrível com golaço e reviravoltas

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A Colômbia venceu a Alemanha por 2 a 1 em um jogo que já está entre os melhores da Copa do Mundo Feminina da FIFA 2023™ . Cheio de reviravoltas, o placar foi construído com um lindo gol da jovem Linda Caicedo, um pênalti convertido pela veterana Popp aos 44 do segundo tempo e um cabeceio certeiro de Vanegas aos 52.

A história foi escrita. Antes da partida deste domingo, a seleção alemã não perdia um jogo da fase de grupos da Copa Feminina desde 1995.

A Colômbia lidera o Grupo H com seis pontos, mas ainda não está classificada para as oitavas por enquanto porque vai enfrentar na última rodada o Marrocos, terceiro colocado com três pontos que ainda pode superá-la. No mesmo dia, em 3 de agosto, a Alemanha enfrentou a Coreia do Sul, que ainda não pontuou.

Após um primeiro tempo muito físico, um golaço de pura técnica tirou o zero do placar aos 7 minutos da etapa final. Aos 18 anos, o fenômeno Linda Caicedo dominou na área, dançou entre duas marcadoresas com um drible curto e chutou no ângulo.

Do outro lado, a veterana Alexandra Popp, de 32, poderia ter marcado bem antes: em um lance no fim do primeiro tempo, livre e de frente para o gol, ela finalizou de canela e errou o alvo. Em outra jogada, ela aproveitou justamente um recuo atrapalhado de Linda Caicedo, pegou a bola e fez tirar tinta do travessão.

As europeias pressionavam, as sul-americanas aproveitavam os contra-ataques. Mas, enquanto Mayra Ramírez lutava para manter a bola no campo de ataque, a torcida da Colômbia começou a cantar olé com o toque de bola aos 35 do segundo tempo.

Um perigo… era cedo demais para festejar contra a Alemanha! Aos 42, Oberdorf recebeu entre as zagueiras, invadiu a área e foi derrubada pela goleira Catalina Pérez. A cobrança coube a Popp, que bateu no meio do gol e empatou.

Mas a Copa do Mundo da FIFA é inacreditável, e a aceleração Colômbia se mostrou incansável. Em cobrança de escanteio aos 52, Manuela Vanegas subiu mais do que todo mundo e cabeceou para a rede.

Número

Linda Caicedo (18 anos e 158 dias) é a segunda atleta mais jovem da história da América do Sul a marcar em dois jogos da Copa do Mundo Feminina da FIFA. A primeira ainda é Marta, do Brasil, que aos 17 anos fez gols em três partidas da edição de 2003.

Melhor jogador da partida

Linda Caicedo (Colômbia)

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Copa do Mundo Feminina

Espanha vence Inglaterra e é campeã da Copa do Mundo Feminina pela 1ª vez

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Para entrar nos livros de história! Em 2023, a Espanha se tornou campeã da Copa do Mundo Feminina da FIFA™ pela primeira vez. A seleção conhecida como La Roja venceu a Inglaterra neste domingo (20 de agosto) por 1 a 0 e teve a honra de levantar o troféu da competição em Sydney, na Austrália.

O título comprova a hegemonia recente da Espanha em diferentes categorias do futebol feminino: a seleção é a atual campeã da Copa do Mundo no sub-17 e no sub-20, além do fato de que o Barcelona – base desta equipe espanhola – conquistou a Liga dos Campeões Feminina da UEFA nas temporadas 2020/2021 e 2022/2023.

Aliás, a Espanha é a terceira nação europeia da história a conquistar a Copa Feminina; as outras duas foram Noruega ( 1995 ) e Alemanha ( 2003 e 2007 ). O resultado quebra um jejum de 16 anos, tempo que as asas da Europa passaram longe do troféu.

Do outro lado, o gosto agridoce de orgulho e tristeza marcará como jogadoras da Inglaterra e a técnica holandesa Sarina Wiegman, que é vice-campeã da Copa do Mundo Feminina pela segunda vez consecutiva . Há quatro anos, em 2019, o treinadora já havia perdido a final no comando da Holanda , diante dos Estados Unidos.

E foi com um jogaço!

Os dois tempos trabalham bem a bola, cada um à sua maneira. A Espanha, por exemplo, segue bem a escola de futebol do país e troca passes com qualidade, em estilo tão vertical (ou mais) quanto o da seleção masculina que foi campeã do mundo em 2010.

A Inglaterra costuma ser eficiente ao seguir em blocos, mas seu jogo depende muito dos erros do adversário. O problema é que isso pouco ocorreu nesta final, e as inglesas ainda esbarraram na boa atuação da goleira Cata Coll.

Quando conseguiu finalizar de maneira quase indefensável para a arqueira espanhola, a Inglaterra teve azar e carimbou o travessão. Para piorar, a marcação da Espanha pressionou no campo de ataque e forçou as Leoas a tentarem ligações diretas – não é o forte de um tempo que costuma fazer a bola passar pelos meio-campistas.

Também havia um grande goleira com a camisa da Inglaterra, mas Mary Earps, que já havia defendido um chute perigoso de Redondo, não conseguiu impedir o gol da Espanha aos 29 minutos. Com a intensidade habitual da La Roja , Mariona Caldentey avançou e tocou para Olga Carmona, que chutou cruzado e rasteiro para marcar, num contragolpe fulminante – justamente uma das principais armas da Inglaterra.

A manifestação de Carmona deixou torcedores do mundo todo intrigados: ela ergueu a camisa da Espanha e mostrou que sua blusa de baixo tinha a palavra “Merchi”, uma homenagem à mãe falecida de uma amiga da jogadora.

E quase houve outra celebração espanhola ainda no primeiro tempo, quando Salma Paralluelo (que estava acostumada a entrar na reta final dos jogos e fazer gols decisivos, mas desta vez foi titular) finalizou com categoria. Mary Earps saltou bem e contorno com uma ajuda providencial de trave à sua esquerda.

Uma sobre esta edição da Copa do Mundo Feminina é o número record de pênaltis assinalados pela arbitragem: foram 27, superando os 26 apitados em 2019. A final seguiu a tendência do restante do torneio e entrou para a estatística.

Afinal, o árbitro foi ao monitor do VAR e constatou toque de mão de Keira Walsh dentro da área. Jenni Hermoso teve em seus pés a chance de ouro de ampliar a vantagem da Espanha e diminuir o sufoco diante das inglesas, mas Mary Earps, gigante, impediu o gol.

Porém, nem a poderosa goleira inglesa, nem a pressão da Inglaterra nos minutos finais conseguiram impedir a Espanha de se tornar campeã da Copa do Mundo Feminina da FIFA pela primeira vez.

Com o título, a Espanha se tornou a segunda seleção da história a vencer a Copa do Mundo da FIFA nas versões masculina e feminina (2010 e 2023, respectivamente). A primeira conquista foi feita na Alemanha, que é tetracampeã no masculino (1954, 1974, 1990 e 2014) e bicampeã no feminino (2003 e 2007).

Melhor jogadora da partida

Olga Carmona (Espanha)

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