– Ele já está em fase final, está fazendo trabalho específico. Em alguns momentos colocamos para trabalhar com um preparador de goleiro específico para ele, que é um trabalho diferente dos outros que estão jogando. Para que a gente possa focar em quem está no jogo e nele também. Para que ele possa, na semana que vem, estar trabalhando junto com o restante do grupo normalmente – disse Tannure, em entrevista às redes sociais do Flamengo.
Tannure explicou o cuidado na recuperação Diego Alves. Segundo ele, a opção foi por um tratamento conservador, que leva em torno de seis a oito semanas para ser concluído. Não fosse isso, Diego teria de ser operado, e teria um prazo para retornar a jogar de três a seis meses.
– Ele está dentro do esperado. É uma lesão que leva em torno de seis e oito semanas para cicatrizar. Outra opção seria tratamento cirúrgico, que teria prazo de recuperação de volta muito maior, em torno de três a seis meses. Optamos por este tratamento conservador. Ele está em fase de transição, está treinando, fazendo tudo no campo. Neste momento a gente coloca mais exercícios específicos, que demandem funcionalmente o ombro dele par que tenhamos certeza e segurança de que ele está 100% em todos os movimentos que possam acontecer no jogo – completou o médico rubro-negro.
Diego Alves Flamengo — Foto: Alexandre Vidal / Flamengo
– Perdemos alguns dias no início do tratamento, porque esta lesão calhou de ser junto com o momento que ele teve Covid. Ele teve que ficar isolado, e por mais que a gente orientasse o trabalho, sabemos que não é a mesma coisa que o trabalho específico aqui.
Com isso, Hugo Souza deve continuar como titular do gol do Flamengo. O próximo compromisso da equipe é contra o Vasco, neste sábado, em São Januário, pelo Campeonato Brasileiro.
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