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Palmeiras vence o Água Santa e segue invicto do Paulistão
Em jogo realizado às 11h deste domingo (12), pela 8ª rodada do Campeonato Paulista, o Palmeiras, líder geral do torneio, agora com 20 pontos, superou a equipe do Água Santa, por 1 a 0, com gol de Rony(desviou de cabeça cobrança de falta de Raphael Veiga), no primeiro minuto do segundo tempo, no Estádio Distrital do Inamar, em Diadema, região do Grande ABC (metrópole praticamente anexa à capital). Diadema, aliás, era um dos municípios dos quais o Maior Campeão do Brasil jamais havia atuado profissionalmente em seus 108 anos de história.
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Com o resultado, o Palmeiras manteve seus números de superioridade nos principais índices do torneio: melhor campanha (6 vitórias, 2 empates, 12 gols marcados e 2 sofridos), único invicto, time com mais vitórias (seis), com melhor ataque (12 gols), melhor defesa (vazado duas vezes) e melhor saldo de gols (dez). Além disso, ainda manteve o status de ser o único participante do Estadual a ter vencido todas fora de casa (Botafogo, Ituano, Mirassol, Inter de Limeira e, agora, o Água Santa).
De quebra, esse é o nono jogo de invencibilidade do Verdão no retrospecto geral (em nove disputados na temporada, pois o último da temporada de 2022 foi um revés), sendo a sexta vitória em sequência – isso incluindo jogos por qualquer competição e independentemente do mando de campo.
Ao todo, o Maior Campeão do Brasil já visitou mais de 500 estádios em quase 300 cidades diferentes pelos 37 países em que já fez pelo menos um jogo em sua história. Mas a cidade de Diadema, do Grande ABC, é uma novidade na história centenária do Verdão – portanto, o Estádio Distrital do Inamar, também.
Agora, dos sete municípios compreendidos pela metrópole que pertencem ao Grande ABC, seis já fazem parte da história do Palmeiras: São Caetano do Sul (33 jogos), Santo André (21), São Bernardo do Campo (5), Mauá (1), Ribeirão Pires (1) e, a partir deste domingo, Diadema (1). Deste complexo, apenas Rio Grande da Serra não foi visitado pelo Alviverde.
No geral da região do ABC, o Verdão possui retrospecto favorável, atualizado e reforçado após o jogo desta manhã: 62 jogos, 29 vitórias, 21 empates, 12 derrotas, 101 gols marcados e 54 gols sofridos.
Outro dado curioso que chama a atenção (não só no que tange aos aspectos estatísticos favoráveis no torneio e também nas questões geográficas) é que o Palmeiras venceu todas as partidas que disputou no horário das 11 da manhã pelo Paulistão (desde 2015, quando as federações voltaram a marcar partidas no período matutino).
Ao todo, pelo Paulistão às 11h, foram quatro jogos, quatro vitórias, cinco gols marcados e nenhum sofrido! Neste cenário, os outros duelos foram contra o XV de Piracicaba, em 15 de março de 2015 (1 a 0, com gol do volante Gabriel, no Allianz Parque); diante do Botafogo de Ribeirão, em 12 de abril de 2015 (1 a 0, com gol de Leandro Pereira, no Allianz Parque); e contra o São Paulo, em 13 de março de 2016 (2 a 0, gols de Dudu e Robinho, no Pacaembu).
Desde 2015, quando as federações voltaram a marcar jogos pela manhã, o Verdão jogou 15 vezes. Mas só pelo Paulistão, foram três, e 100% de aproveitamento: vitórias sobre o XV de Piracicaba em 15 de março de 2015 (1 a 0, com gol do volante Gabriel, no Allianz Parque); diante do Botafogo de Ribeirão, em 12 de abril de 2015 (1 a 0, com gol de Leandro Pereira, no Allianz Parque); e sobre o São Paulo, em 13 de março de 2016 (2 a 0, gols de Dudu e Robinho, no Pacaembu).
Já no total de sua história atuando em jogos matutinos, o Palmeiras contabiliza (diante do que é possível cravar por meio de registros fiáveis), um total de agora 54 partidas, com 32 vitórias, 14 empates, oito derrotas, 106 gols marcados e 55 gols sofridos. De acordo com pesquisas do Departamento de Acervo Histórico do Verdão, o primeiro duelo matutino ocorreu em 1953, diante do Comercial da Capital, com triunfo por 5 a 3 (gols de Liminha duas vezes, Odair duas vezes e Canhotinho), no estádio do Pacaembu. Já o duelo mais recente às 11h havia acontecido no dia 22 de agosto de 2021, quando o Palmeiras recebeu a equipe do Cuiabá-MT, no Allianz Parque, pelo Campeonato Brasileiro daquele ano.
Aliás, desde que o horário da manhã voltou a ser emplacado pelas federações estaduais do Brasil e também pela CBF (em 2015, o Palmeiras jogou 16 vezes, com 11 vitórias, um empate, quatro derrotas, 31 gols marcados e 14 gols sofridos – o levantamento inclui um amistoso de 2018 disputado na Costa Rica (a goleada por 6 a 0 contra a Liga Alajuelense-CRC aconteceu às 14h de Brasília, mas 11h do horário local) e outro duelo pela final da Supercopa do Brasil, contra o Flamengo, no Estádio Mané Garrincha, em Brasília-DF (empate por 2 a 2 e revés nos pênaltis), enquanto os demais foram no estado de São Paulo, dos quais 10 deles foram pelo Brasileirão (6 vitórias e 4 empates) e quatro pelo Paulistão (4 vitórias).
E em relação especificamente ao histórico do confronto contra o adversário da vez, o time esmeraldino também melhorou seu retrospecto em decorrência da vitória (retrospecto esse que, inclusive, que já era favorável, apesar do baixo número de encontros anteriores entre os clubes).
Este foi apenas o quatro encontro do Verdão diante da equipe do Água Santa (fundado em 1981, mas que disputou a Série A1 do Campeonato Paulista só em 2016, justamente quando se enfrentaram pela primeira vez).
No primeiro duelo entre os clubes, em 2016, deu Netuno: 4 a 1 sobre o Verdão, no Prudentão, com mando do adversário. Mas a goleada sofrida serviu, a partir daquele momento, como uma espécie de despertador para o time comandado pelo então técnico Cuca e, dali em diante, emplacasse ótima sequência de resultados que, ao final da temporada, culminaria na conquista do título brasileiro de 2016.
Em 2020, houve o segundo confronto da história. Isso porque o Água Santa voltou a participar da Série A1 do Paulistão e, com isso, novamente, enfrentou o Alviverde. Desta vez, o Maior Campeão do Brasil fez a lição de casa, vencendo por 2 a 1 no Allianz Parque, com gols de Ramires e Luiz Adriano, de virada.
Antes do duelo dessa manhã, o mais recente havia sido no dia 1º de fevereiro de 2022, no Allianz Parque, e as equipes se enfrentaram novamente pelo Paulistão (aliás, todos os duelos da história deste confronto foram válidos pelo Estadual) e, naquela ocasião, o Palmeiras saiu vencedor pela contagem de 1 a 0, com gol marcado por Dudu.
O JOGO
Para esta partida, Abel Ferreira escalou o Palmeiras praticamente completo, com alterações pontuais, visando o Derby da próxima quinta-feira (16), na Neo Química Arena, às 21h30, pela 9ª rodada. O Verdão foi a campo com: Weverton; Mayke, Gustavo Gómez, Luan e Piquerez; Jailson, Fabinho (Zé Rafael) e Raphael Veiga (Gabriel Menino), Dudu (Breno Lopes), Giovani (Endrick) e Rony (Bruno Tabata).
Desta forma, as principais modificações ficaram por conta de Mayke na lateral direita e Marcos Rocha no banco. Já as outras peças que vinham iniciando dentre os 11 principais, como Menino e Zé Rafael (no meio-campo) e Endrick (no ataque), deram lugar a Jailson e Fabinho (no meio-campo) e Giovani (no ataque). Porém, todos estes entraram no decorrer da partida.
O duelo se resumiu basicamente em um primeiro tempo sem muita criação de ambas as partes, embora o Palmeiras tivesse chegado com perigo logo no primeiro minuto de jogo – sendo este, entretanto, o lance mais perigoso da etapa inicial.
O que chamou a atenção, no máximo, foi o ritmo acirrado na disputa pela bola de ambas as equipes, o que gerou até algumas faíscas entre os jogadores em alguns momentos e também faltas mais duras, mas nada fora de controle.
No segundo tempo, Rony chegou ao gol da vitória (o único da partida) logo no primeiro minuto de jogo, após cobrança de falta de Raphael Veiga. Foi aí que o camisa 10, bem posicionado, desviou de cabeça e empurrou para o fundo das redes do goleiro Ygor.
No decorrer da etapa final, basicamente os aspectos do primeiro tempo se repetiram. Poucos lances promissores (o principal, pelo lado do Verdão, foi uma finalização perigosa de Endrick nos descontos). Além disso, muitas faltas, checagem de VAR por lances e, agora, substituições – o que rendeu um grande acréscimo de mais de 10 minutos ao fim do duelo. Mas, apesar do tempo adicional, o placar não foi mais alterado: Água Santa 0x1 Palmeiras.
PALMEIRAS: Weverton; Mayke, Luan, Gustavo Gómez e Piquerez; Jailson, Fabinho (Bruno Tabata, aos 24’/2ºT) e Raphael Veiga (Gabriel Menino, aos 16’/2ºT); Giovani (Breno Lopes, aos 13’/2ºT), Dudu (Endrick, aos 13’/2ºT) e Rony (Zé Rafael, aos 24’/2ºT). Técnico: Abel Ferreira.
Gol: Rony (1’/2ºT) (0-1).
Cartões amarelos (SEP): Murilo (no banco) e Abel Ferreira.
campeonato paulista
Palmeiras domina seleção do Paulistão e Flaco López é eleito craque do campeonato
O Palmeiras, campeão paulista pela 27ª vez, foi o grande destaque na premiação dos melhores jogadores do Campeonato Paulista 2026, realizada nesta segunda-feira pela Federação Paulista de Futebol. A equipe alviverde colocou seis atletas na seleção ideal do torneio, enquanto o vice-campeão Novorizontino teve quatro representantes e a Portuguesa, um.
O título veio após duas vitórias na final: 1 a 0 na Arena Crefisa Barueri e 2 a 1 no Estádio Dr. Jorge Ismael de Biasi, em Novo Horizonte. O técnico Abel Ferreira, tetracampeão da competição (2022, 2023, 2024 e 2026), foi eleito o melhor treinador pelo segundo ano consecutivo.
Seleção do Paulistão
O time dos melhores do campeonato foi formado por: Carlos Miguel (Palmeiras); João Vitor (Portuguesa), Dantas (Novorizontino), Gustavo Gómez (Palmeiras) e Mayk (Novorizontino); Marlon Freitas (Palmeiras), Andreas Pereira (Palmeiras) e Rômulo (Novorizontino); Vitor Roque (Palmeiras), Robson (Novorizontino) e Flaco López (Palmeiras).
Premiações individuais
O atacante argentino Flaco López, do Palmeiras, foi o grande nome da noite. Ele levou três prêmios: craque do campeonato, craque da galera (eleito por voto popular com 58% dos votos) e vice-artilheiro com seis gols. Além dos gols, deu três assistências e recebeu um anel de ouro com diamantes, safiras e rubis.
O artilheiro do torneio foi Robson, do Novorizontino, com sete gols em 11 jogos. O atacante também conquistou o prêmio de Craque do Interior. O garçom do campeonato foi Ramón Sosa, do Palmeiras, com quatro assistências, incluindo uma na final.
A revelação do torneio foi o volante André, do Corinthians, que disputou oito jogos e marcou dois gols. O prêmio de gol mais bonito ficou com o zagueiro André Ramalho, do Corinthians, marcado na estreia contra a Portuguesa, com 32% dos votos populares. O drible mais bonito foi de Ligger, do Primavera, que se transferiu para o Bahia.
Fair play e arbitragem
O Novorizontino recebeu o Troféu Djalma Santos, destinado à equipe com maior fair play, ou seja, menos faltas e cartões amarelos e vermelhos.
O melhor trio de arbitragem foi formado por Flávio Rodrigues de Souza (árbitro), Neuza Inês Nack e Alex Ang Ribeiro (assistentes), Adriano de Assis Miranda (VAR) e Fábio Rogério Baesteiro (AVAR). A revelação na arbitragem ficou com o árbitro Murilo Tarrega Vitor e o assistente Bruno Silva de Jesus.
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